Apesar do aumento da safrinha, o preço do milho não para de subir. Solução encontrada por empresas foi dar férias coletivas aos funcionários.
Alta do milho prejudica o trabalho nos frigoríficos de SP

Um frigorífico que fica em Arealva abate 35 mil frangos por dia, mas o ritmo de trabalho deve diminuir. Cerca de 200 funcionários trabalham na empresa, mas por causa da crise no setor, todos terão férias coletivas a partir do próximo mês.
A notícia deixou os empregados apreensivos. Lourdes dos Santos trabalha há três anos na empresa e conta que está com medo.
Empresário do setor, Pedro Poli diz que esta é a pior crise dos últimos anos. O grupo que ele representa, antes abatia 180 mil frangos por dia, agora está abatendo 140 mil. Resultado, uma das unidades foi desativada. “Vou dar férias coletiva para esperar o que vai acontecer. Não vejo a curto prazo uma redução no preço dos grãos”, diz.
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A explicação para o problema está no milho, um dos principais ingredientes da ração dos frangos. O preço dos grãos disparou nas últimas semanas, a saca que era comercializada a R$ 21, está custando R$ 33.
























