Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,26 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 149,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,09 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,11 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,29 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,49 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.551,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.451,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Economia

Dólar firme deve incentivar retomada das exportações de máquinas em 2014

A alta do dólar inicialmente afeta os custos de produção sobre os componentes importados – em média 20% da composição na fabricação de máquinas agrícolas automotrizes.

Dólar firme deve incentivar retomada das exportações de máquinas em 2014

Se o novo patamar do dólar frente ao real for mantido (entre R$ 2,30 e R$ 2,50), as exportações brasileiras de máquinas agrícolas poderão ser beneficiadas no próximo ano, avalia Milton Rego, vice-presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), entidade que representa as principais empresas do setor no país.

Rego afirma que o nível atual da moeda americana poderá aumentar a competitividade da indústria nacional, que vem perdendo espaço para os concorrentes nos últimos anos. “Perdemos os mercados da África, Europa Oriental e Estados Unidos”, disse. Atualmente, cerca de dois terços das exportações brasileiras vão para o Mercosul.

A alta do dólar ainda não impactou os embarques brasileiros nos últimos meses, pois as vendas foram fechadas há cerca de quatro meses e os principais clientes do Mercosul usam a referência de preços em reais, explica Rego.

A alta do dólar inicialmente afeta os custos de produção sobre os componentes importados – em média 20% da composição na fabricação de máquinas agrícolas automotrizes (tratores de rodas e de esteiras, colheitadeiras e retroescavadeiras) -, depois a indústria renegocia contratos, observa o representante da Anfavea.

Em agosto, as exportações brasileiras de máquinas agrícolas totalizaram 1,585 mil unidades, aumento de 17% sobre julho e alta de 39% sobre o mesmo mês em 2012. Já no acumulado do ano, os embarques recuaram 9,5% ante janeiro a agosto de 2012, para 9,952 mil unidades, de acordo com a associação.

No mês passado, a Anfavea revisou para baixo o desempenho das exportações este ano. A previsão inicial era de estabilidade e passou a ser de recuo de 17,2%, para 14 mil unidades ante 16,9 mil máquinas exportadas no ano passado.

Em receita, as vendas externas cresceram 11,4% nos primeiros oito meses de 2013 ante igual intervalo de 2012, a US$ 2,337 bilhões.

Já as vendas internas no atacado continuam aquecidas diante da boa capitalização dos produtores rurais e dos juros baixos do Programa de Sustentação do Investimento (PSI, do BNDES).

De janeiro a agosto, totalizaram 56,551 mil unidades, incremento de 26,4% sobre os oito primeiros meses de 2012. Para 2013, a previsão é de crescimento de 18,4% na comercialização interna sobre o ano passado. Se confirmado, o desempenho será o melhor da história do setor.

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