Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,81 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 155,11 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,84 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,89 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 4,88 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 132,22 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 142,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.539,43 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.432,54 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 154,50 / cx
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Agroindústria

Assocarnes pede reestruturação na pecuária em MS; frigoríficos ainda enfrentam dificuldades

João Alberto Dias disse que uma série de fatores levaram à crise pela qual passam os frigoríficos do estado atualmente.

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Assocarnes pede reestruturação na pecuária em MS; frigoríficos ainda enfrentam dificuldades

O presidente da Associação de Matadouros, Frigoríficos e Distribuidores de Carnes de Mato Grosso do Sul (Assocarnes/MS), João Alberto Dias, defendeu na terça-feira (28) a reestruturação da pecuária de corte no estado, de forma a fortalecer o setor e evitar o fechamento de frigoríficos. “Estamos tentando achar caminhos que possam ajudar na reestruturação da pecuária de corte em Mato Grosso do Sul. Precisamos reter matrizes, fazer reposição de plantel mais acentuada, precisamos que o produtor fique na atividade”, disse Dias em entrevista à CarneTec.

Dias disse que uma série de fatores levaram à crise pela qual passam os frigoríficos do estado atualmente, e não descarta que novas plantas possam anunciar fechamento já que as dificuldades persistem. Até agora neste ano, 16 plantas frigoríficas fecharam em Mato Grosso do Sul e outras 24 permanecem em funcionamento, segundo Dias. Ele acrescenta que alguns dos frigoríficos fechados estavam inclusive habilitados para exportação. “O cenário não é dos melhores. É difícil mencionar plantas na iminência de fechar, mas todas estão no mesmo nível de dificuldade, tirando os grandes”, disse Dias.

No Brasil, dezenas de frigoríficos já foram fechados desde o início do ano, incluindo unidades de grandes processadoras de carne como JBS, Marfrig e Minerva, sob a justificativa de que a baixa disponibilidade de boi para abate reduz a atividade nas plantas. Para Dias, o descarte de matrizes compromentendo a reposição do plantel e a migração de produtores para outras atividades, como para o segmento de plantação de eucalipto, são alguns dos fatores que colaboraram para o agravamento da crise pela qual passa o setor de frigoríficos no estado.

As dificuldades enfrentadas pelos frigoríficos em Mato Grosso do Sul e as soluções para reestruturar o setor de pecuária de corte serão debatidas por um grupo de trabalho formado por representantes da indústria, deputados e a Assocarnes/MS no próximo dia 7 de agosto, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. Dias disse que a Assocarnes ainda está detalhando as propostas que serão apresentadas pela entidade.

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