Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
Destaque Todas Páginas
Agroindústrias

Perspectivas para preços mundiais dos alimentos ficam mais estáveis

O índice caiu na maioria dos últimos 18 meses, em parte graças ao aumento da oferta mundial de alimentos, e ainda está pairando perto da maior baixa em quase seis anos, em agosto.

Compartilhar essa notícia
Perspectivas para preços mundiais dos alimentos ficam mais estáveis

Os preços mundiais dos alimentos subiram em setembro, após uma forte queda em agosto, permanecendo muito menores do que um ano atrás, mas mostrando sinais de estabilização, disse a agência alimentar da Organização das Nações Unidas na última quinta-feira (08/10).

O índice da Organização da ONU para a Agricultura e a Alimentação (FAO), que mede as mudanças mensais de uma cesta de cereais, oleaginosas, laticínios, carne e açúcar, alcançou a média de 156,3 pontos em setembro, um ponto acima de agosto.

O índice caiu na maioria dos últimos 18 meses, em parte graças ao aumento da oferta mundial de alimentos, e ainda está pairando perto da maior baixa em quase seis anos, em agosto.

Os preços em setembro ficaram 18,9% abaixo de um ano atrás, mas os valores sólidos da energia e um dólar mais forte poderiam sustentar os preços futuros, disse o economista sênior da FAO Abdolreza Abbassian.

“Parece que o chamado superciclo terminou claramente e nós estamos em uma situação mais normal”, disse Abbassian, embora padrões climáticos como o El Niño possam criar picos de preços.

A ascensão de setembro foi liderada pela alta dos preços do açúcar e produtos lácteos, que subiram 3,2% e 5%, respectivamente. Outras commodities se mantiveram próximas ou abaixo dos níveis de agosto.

Assuntos Relacionados
alimentospreços
Mais lidas

Relacionados

AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343