Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,65 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 161,00 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,24 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,01 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 131,23 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 140,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.538,40 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.437,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 125,60 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 142,66 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,15 / cx
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Geral

Imposto territorial rural aumenta até 500% em municípios de MS

Discrepância no valor da terra nua, base de cálculo do imposto, seria pivô do reajuste.

Enquanto os governos federal e estadual buscam por toda lei elevar a carga tributária para o contribuinte desde o mês passado, para produtores rurais de Mato Grosso do Sul o aumento de impostos já chegou, e nas alturas. Em relação ao ano passado, o Imposto Territorial Rural (ITR), cobrado pelas Prefeituras por meio de convênio com a Receita Federal, está até 500% mais caro dependendo da localidade, conforme apurou o Correio do Estado em municípios das regiões norte e sul.

De acordo com sindicatos rurais ouvidos pela reportagem, a majoração decorre da falta de regramento para informar o Valor de Terra Nua (VTN), base de cálculo do imposto, que apesar de federal desde 2009 é fiscalizado e cobrado pelos municípios, por meio de convênio com a Receita.

Embora o tributo seja autodeclaratório (ou seja, compete ao produtor identificar as informações referentes o imóvel, preencher o formulário eletrônico, apurar o imposto e fazer o pagamento), a Receita Federal vale-se de um banco de dados abastecido por informações das próprias prefeituras, o SIPT (Sistema de Preços de Terras) para fazer as conferências. Os municípios, por sua vez, inserem os preços que entendem ser os de mercado, e está armada a polêmica — assim como os índices de reajuste, para lá de altos.

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