Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,87 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 151,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 157,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,90 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,94 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 129,18 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 139,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,81 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,26 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.569,61 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.499,49 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,19 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 136,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Entidades

Encontro debate criação de comitê agrário em SC

O objetivo é criar uma instância permanente para diálogo e monitoramento de ações que tenham por objeto questões fundiárias coletivas conflituosas.

Representantes de órgãos públicos interessados em atuar no combate à violência no campo e na mediação de conflitos agrários, no estado de Santa Catarina, participaram de reunião para instalação de um comitê agrário interinstitucional. O objetivo é criar uma instância permanente para diálogo e monitoramento de ações que tenham por objeto questões fundiárias coletivas conflituosas.

O encontro ocorreu no gabinete da presidência do Tribunal de Justiça de Santa Catarina e contou com a presença do ouvidor agrário nacional e presidente da Comissão Nacional de Combate à Violência no Campo, desembargador Gercino José da Silva Filho. Ele contribuiu para o debate sobre os termos da criação do comitê, trazendo a experiência da Comissão e relatos de outros estados. “Somente três estados contam hoje com comitês e, considerando o trabalho que já é desenvolvido aqui, Santa Catarina pode se tornar um modelo de gestão entre os órgãos competentes para se evitar conflitos”, revelou.

Mediação

Segundo o juiz agrário Juliano Serpa, o comitê irá institucionalizar a dinâmica de cooperação que já existe entre Justiça, Ministério Público, Polícia Militar e Ouvidoria Regional do Incra em Santa Catarina, nas questões fundiárias, agregando outros parceiros, como as polícias Civil e Federal. “A ideia é criar uma sistemática, para que não se altere a forma de atuação, independentemente de quem estiver ocupando os cargos nestes órgãos”, explicou Serpa.

O promotor de justiça Eraldo Antunes também defendeu a implantação do comitê, como forma de perpetuar as estratégias de mediação empregadas hoje no estado. “Sempre com o objetivo de se evitar conflitos, prevenindo situações extremas e a utilização de força policial”, disse.

Para o ouvidor agrário do Incra/SC, Fernando Lúcio Rodrigues de Souza, o comitê marca uma evolução do judiciário e dos órgãos competentes do estado, na resolução de questões agrárias. “Ao longo de dez anos de atuação, tenho observado a evolução na mediação de conflitos em Santa Catarina. Essa prática me motivou o registro em livro, que será lançado em breve”, destacou.

Com a manifestação favorável dos órgãos presentes em participar da iniciativa, fica a cargo do Tribunal de Justiça a redação final do documento que oficializará a criação comitê, ainda este ano.

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