Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Economia

Agronegócio vai continuar como uma das estrelas do Brasil em 2016

A expectativa para o agronegócio é melhor do que para o resto da economia brasileira em 2016, disse o economista e diretor da Ricam Consultoria, Ricardo Amorim.

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Agronegócio vai continuar como uma das estrelas do Brasil em 2016

A expectativa para o agronegócio é melhor do que para o resto da economia brasileira em 2016, disse o economista e diretor da Ricam Consultoria, Ricardo Amorim, em entrevista durante a primeira edição do ano de Mercado&Cia, nesta sexta-feira.

“Fundamentalmente, o agronegócio depende mais da demanda externa do que demanda interna. Como o resto do mundo vai melhor do que o Brasil, a presidente gosta de falar que o problema do Brasil veio da crise internacional, mas na realidade não veio. Exatamente por isso, o setor que depende mais de fora do que de dentro acaba tendo melhor desempenho”, destaca Amorim.

Na avaliação do economista, o agronegócio vai continuar puxando o desenvolvimento do país também em 2016.

“No começo de 2016 a gente deve ter o dólar ainda num patamar muito alto, que aumenta a rentabilidade do agronegócio e compensa a queda de preço em dólar da maior parte das commodities agrícolas. Apesar de um preço em dólar bastante baixo em quase todos os casos, a gente ainda tem em reais preços bastante razoáveis. Por isso tudo, eu acho que o nosso agronegócio vai continuar como uma das estrelas do Brasil em 2016”, avalia.

Acompanhe a entrevista completa na edição de 01 de janeiro de 2016 AQUI

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