Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Produção

Freio chinês deve poupar demanda por comida

No caso do setor de carnes, em 15 anos, a produção de aves e suínos subiu em linha com o consumo doméstico, em torno de 40% cada, guardando pouca diferença com o volume que chega ao prato dos chineses.

Freio chinês deve poupar demanda por comida

O avanço vertiginoso da economia da China que levou a fortes desequilíbrios não deve afetar a demanda por alimentos, de acordo com o economista, Michael Pettis, professor da Universidade de Pequim. “Se Pequim controlar a dívida e garantir um reequilíbrio que não prejudique a economia, o crescimento do PIB vai cair abaixo de 3%, mas o da renda e do consumo familiar pode ficar em 4% a 5% ou mais”, projeta Pettis, acrescentando que essa demanda deve manter os preços de alimentos, especialmente de carnes, relativamente altos. Contudo, se o endividamento não for contido e houver colapso no crescimento, “os preços dos alimentos também cairão”.

Roberto Dumas, especialista em economia chinesa do Insper, disse que o fim da política do filho único e o incentivo à urbanização compõem a diretriz que prioriza a demanda. “Se aumentarem a renda das famílias, o consumo de proteína animal e de grãos vai só aumentar daqui para frente”.

No caso do setor de carnes, em 15 anos, a produção de aves e suínos subiu em linha com o consumo doméstico, em torno de 40% cada, guardando pouca diferença com o volume que chega ao prato dos chineses, conforme levantamento feito por Cesar de Castro Alves, da consultoria MB Agro. O país abandonou a meta de autossuficiência em carnes, mas continua a estimular o consumo doméstico. Dessa forma, a expectativa é que as importações de carnes da China cresçam mais que as de grãos para rações.

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