Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,23 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,20 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 155,67 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,34 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,63 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,59 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,70 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.526,89 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.459,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Inovação e Tecnologia

Projeto busca consolidar Piracicaba como ‘Vale do Silício’ do agronegócio

Agtech Valley terá Esalq como polo irradiador de inovação e tecnologia.
Intenção é reunir empreendimentos tecnológicos voltados à agricultura

Um projeto que integra pesquisas e empreendimentos voltados ao agronegócio busca consolidar Piracicaba (SP) como uma espécie de “Vale do Silício” brasileiro do setor. A iniciativa chamada AgtechValley foi lançada no dia 4 de abril durante reunião Conselho Municipal de Ciência e Tecnologia (CMCT). A Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP) será o polo de produção e de desenvolvimentos de inovações da área.

O conglomerado, também chamado de “Vale do Piracicaba”, pretende reunir empreendimentos tecnológicos voltados à agricultura. Algumas das empresas já estão, estrategicamente, em atuação, na cidade. Uma delas utiliza microalgas, produzidas em laboratório, para tirar da água impurezas e resíduos industriais antes de ela ser despejada nos rios.

Um projeto que integra pesquisas e empreendimentos voltados ao agronegócio busca consolidar Piracicaba (SP) como uma espécie de “Vale do Silício” brasileiro do setor. A iniciativa chamada AgtechValley foi lançada no dia 4 de abril durante reunião Conselho Municipal de Ciência e Tecnologia (CMCT). A Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP) será o polo de produção e de desenvolvimentos de inovações da área.

O conglomerado, também chamado de “Vale do Piracicaba”, pretende reunir empreendimentos tecnológicos voltados à agricultura. Algumas das empresas já estão, estrategicamente, em atuação, na cidade. Uma delas utiliza microalgas, produzidas em laboratório, para tirar da água impurezas e resíduos industriais antes de ela ser despejada nos rios.

 As algas se alimentam de gás carbônico, nitrogênio e fósforo e ainda servem de comida para os peixes. O produto já é comercializado em Piracicaba, segundo o diretor da empresa, Sergio Goldenberg. Ele diz que a cidade tem uma logística eficiente e isso atrairá a vinda de outros empreendimentos.

Visibilidade

O presidente do CMCT e gerente executivo da Esalq Incubadora Tecnológica, Sergio Marcus Barbosa, o AgtechValley poderá colaborar na maior visibilidade do ecossistema local para o Brasil e o mundo. A ideia é criar associar Piracicaba à identidade de referência no setor de tecnologia agrícola. A universidade exercerá a função de ser distribuídora de conhecimento no ramo.

“A proposta é que Piracicaba se posicione para captação de novos negócios, empreendimentos, recursos humanos, eventos técnicos e corporativos. Esta ação beneficiará a economia local, como o imobiliário, serviços, instituições de ensino, proporcionando geração de emprego e renda”, afirmou.

Na incubadora da Esalq, cada sala é dedicada a um projeto de inovação na área de tecnologia agrícola. Para ocupar uma delas, o projeto tem que ser aprovado por um conselho formado por professores da universidade. Depois disso, o profissional terá suporte para montar o laboratório e montar uma empresa.

Portal
O presidente do conselho deliberativo da incubadora tecnológica da instituição de ensino, a EsalqTec, professor Mateus Mondin, apontou o Vale do Silício, nos Estados Unidos (EUA), como modelo para a nova estrutura. Segundo ele, os empreendimentos envolvidos com inovação tecnológica voltada para o agronegócio serão levantados em um raio de até 500 quilômetros. O ecossistema será materializado em um portal na internet.

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