Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,26 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 149,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,09 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,11 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,29 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,49 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.551,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.451,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Economia

Saldo de empregos do agronegócio no segundo trimestre é o pior desde 2007

Na comparação com o segundo trimestre de 2015, os setores que tiveram as maiores reduções foram a fabricação de produtos do tabaco (-1.818 empregos), a cultura de maçã (-962) e o abate e produção de carnes e derivados (-830)

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Saldo de empregos do agronegócio no segundo trimestre é o pior desde 2007

Mais de 14 mil postos de trabalho do agronegócio foram perdidos no segundo trimestre do ano – o saldo mais negativo desde o início da série histórica, em 2007. O resultado é a diferença entre o número de admissões e de desligamentos de trabalhadores formais no período.

Excluindo a sazonalidade da atividade, característica nesses meses por conta do fim da safra das culturas temporárias, o desempenho negativo é atribuído a setores que costumavam aumentar as vagas no período e, agora, reduziram o número de postos de trabalho.

Na comparação com o segundo trimestre de 2015, os setores que tiveram as maiores reduções foram a fabricação de produtos do tabaco (-1.818 empregos), a cultura de maçã (-962) e o abate e produção de carnes e derivados (-830), segundo levantamento divulgado pela Fundação de Economia e Estatística (FEE), com base em dados do Cadastro Geral de Empregos (Caged). No caso do abate e produção de carnes, o movimento é explicado pelo aumento dos custos de produção, especialmente por conta da alta do preço do milho.

– As dificuldades vividas pelas indústrias, tanto de aves quanto de suínos, são traduzidas nos números do mercado de trabalho – explica Rodrigo Feix, coordenador do Núcleo de Estudos do Agronegócio da FEE.

O economista destaca que os desempenhos positivos se concentram especialmente no segmento “depois da porteira”, constituído principalmente de atividades agroindustriais e que responde por mais de 60% do total do emprego celetista do agronegócio gaúcho.

Apesar do resultado negativo no trimestre, o agronegócio ainda acumula saldo positivo no primeiro semestre, com 7.185 postos de trabalho – embora inferior ao mesmo período de 2015.

– No acumulado do ano passado, o agronegócio gaúcho fechou com saldo negativo. A tendência é que o mesmo ocorra em 2016 – prevê Feix.

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