Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,26 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 149,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,09 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,11 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,29 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,49 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.551,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.451,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
Destaque Todas Páginas
Anuário 2017 da Avicultura

Custo do milho pressionou o setor

Os avicultores viveram um ano de dificuldades puxado pelo forte impacto dos preços do milho sobre os custos de produção

Custo do milho pressionou o setor

Os avicultores viveram um ano de dificuldades puxado pelo forte impacto dos preços do milho sobre os custos de produção. O dólar alto impulsionou as vendas externas do cereal, que elevou consideravelmente o seu valor no mercado interno. Os preços se mantiveram em patamares ascendentes até pouco mais da metade de 2016, com pequenas oscilações para baixo. A expectativa positiva em relação à safrinha foi frustrada pela estiagem. Na região Centro-Oeste as quebras atingiram índices superiores a 40%. Lembrando que atualmente os Estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul respondem por mais de 70% da chamada segunda safra. Isso fez com que o milho se mantivesse em patamares bem acima dos valores históricos até o momento.

O cenário econômico também não foi favorável. O País ainda atravessa uma crise, com aumento na taxa de desemprego, baixo crescimento econômico e perda do poder de compra dos consumidores, além de crédito restrito. Com isso, o setor avícola não encontrou espaço para repassar a alta dos custos para os preços dos produtos nas gôndolas dos supermercados, tendo de absorver boa parte dela. O contexto nada favorável resultou ao longo do ano em um natural ajuste da oferta a demanda. Mesmo assim, o Brasil deve fechar com uma produção de mais de 13 milhões de toneladas, dentro dos patamares de 2015.

Nas exportações, os embarques tendem a fechar em parâmetros superiores ao do ano passado, quando o País exportou 4,3 milhões de toneladas. No período jan-out de 2016 as vendas externas de carne de frango já somavam 3,693 milhões de toneladas, volume 5% maior do que o acumulado nos dez primeiros meses do ano anterior.

A boa notícia é que o primeiro semestre de 2017 deverá ser de retomada. Embora ainda marcado por insumos não tão baratos, a economia do País tende a apresentar sinais mais significativos de melhora, acompanhado de boas colheitas na primeira e segunda safras, reduzindo a pressão dos custos. Com o cenário econômico mais definido, também devem voltar os investimentos; e a avicultura voltar a respirar mais aliviada.

 Uma boa leitura!

Releases Empresas

Assuntos Relacionados
agronegócioAviculturamercadomilhonutrição
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329