Diretor de Defesa Agropecuária, Luís Rangel, fala à TV Gessulli que é necessário criar politicas publicas não apenas de compartimentação, mas também de avaliação epidemiológica em animais que podem ser portadores eventuais de doenças
Compartimentação de suínos deve ser aliada a avaliação epidemiológica em animais silvestres

O Brasil poderá adotar pela primeira vez, a compartimentação de suínos, para que sejam considerados livres de febre aftosa sem vacinação e da peste suína clássica. Diretor de Defesa Agropecuária, Luís Rangel, em entrevista a TV Gessulli ressaltou que se trata de um processo inicial, mas já comum em outros modelos produtivos no mundo.
Rangel enfatizou que se trata de um desejo dos profissionais que trabalham com suínos e tem envolvimento com circulação de vírus como a febre aftosa, em que esses animais também são hospedeiros. “É um caminho que foi trilhado pela avicultura e naturalmente outros segmentos podem adotar. Se for ver outros modelos produtivos no mundo, de outros tipos de animais, o modelo de compartimentação é adotado quando tem surtos de determinadas doenças virais”, contou.
O diretor ressalta que os riscos são diferentes. “No caso dos suínos o custo vai estar envolvido em função do raio de proximidade de outras granjas e, principalmente, em relação a outros tipos de riscos, como animais silvestres, asselvajados, como no caso dos javalis”, disse. “É necessário criar políticas públicas não apenas de compartimentação, mas também de avaliação epidemiológica em animais que podem ser portadores eventuais de doenças que possam comprometer os suínos de produção”, avalia.
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A discussão, ainda em primeiro estágio, foi animadora, contou o representante do Mapa. “Vamos conseguir caminhar nesse modelo em aproximadamente um ano ou pouco mais”, ressaltou.
Assista a entrevista completa:
























