A missão poderá autorizar a retomada da exportação
Chilenos visitam estabelecimentos de aves no RS

Nesta sexta-feira (31), será realizada reunião final entre autoridades sanitárias do Chile e integrantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para avaliação de auditorias realizadas pelos chilenos no Brasil. Na semana passada, no Rio Grande do Sul, os representantes daquele país visitaram áreas de produção de aves, Unidades Veterinárias Locais (UVL), Serviço Veterinário Estadual e a Secretaria da Agricultura para inspecionar os controles sanitários para a Doença de New Castle.
Em julho de 2006, os chilenos suspenderam as compras de cortes de frango dos criadores gaúchos por ter sido registrado foco desta doença no estado. O comércio do produto segue suspenso desde então. A missão chilena poderá autorizar a retomada da exportação. Os inspetores chilenos também visitaram o Laboratório Nacional Agropecuário (Lanagro) de Campinas, que é referência nas análises de doenças que atingem os plantéis de aves.
Os chilenos estão percorrendo também o Pará para verificação dos controles sanitários no estado já reconhecido como livre de febre aftosa com vacinação. O objetivo é habilitar frigoríficos de carne bovina in natura.
Leia também no Agrimídia:
- •Seminário da C.Vale reúne mil mulheres e destaca protagonismo feminino no agro
- •Exportações de carne de frango batem recorde no 1º trimestre de 2026, apesar de cenário geopolítico adverso
- •Tecnologia, crédito e mercado impulsionam o agro em meio a ajustes de preços e competitividade
- •Exportações brasileiras de ovos recuam em março e atingem menor volume desde 2024
Está prevista a ida de técnicos em fazendas, escritórios do serviço veterinário, além do Lanagro de Pedro Leopoldo (MG) que é referência no diagnóstico da aftosa.
De 2 a 12 de setembro, outra missão veterinária do Chile estará no Brasil para a renovação e novas habilitações de estabelecimentos produtores de farinhas e produtos gordurosos de origem animal. Nesse período, os auditores percorrerão unidades produtivas no Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e São Paulo.





















