Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 147,67 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,25 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,46 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,66 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,58 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,07 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,79 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.538,46 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.454,59 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Comércio exterior

Missão na Ásia e Oriente busca ampliar e buscar novos mercados

Equipe liderada pelo secretário de Defesa Agropecuária vai à China, Hong Kong, Vietnã e Arábia Saudita

Missão na Ásia e Oriente busca ampliar e buscar novos mercados

Para ampliar e manter os mercados já conquistados na Ásia e no Oriente, uma missão da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), estará no Vietnã, China, Hong Kong e Arábia Saudita nos próximos 15 dias. Fazem parte da missão o secretário de Defesa Agropecuária, Luis Rangel, além dos diretores das áreas de saúde animal e sanidade vegetal, Guilherme Marques e Marcus Coelho, e o diretor substituto do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal, Lúcio Kikuchi.

Segundo o secretário Luis Rangel, “será uma grande viagem para negociar com os importadores tradicionais e para conquistar novos clientes. Vamos fazer três grandes escalas. A primeira delas será no Vietnã (país do sudeste asiático) para tratativas no Ministério da Agricultura e do Desenvolvimento (MARD) para discutir o comércio de carnes, miúdos e farinhas, buscando a ampliação do número de plantas frigoríficas exportadoras. Os encontros serão realizados no dia 19.”

Na sequência o destino será Hong Kong, onde serão realizadas rodadas de negócios com o Centre for Food Safety (CFS) do governo e com empresários, que serão as mais importantes desta missão, pois aquele país é o maior mercado consumidor de todos os tipos de carnes (bovina, suína e de frango). De 20 a 22 de setembro serão feitas apresentações para as autoridades sanitárias e empresários sobre a rastreabilidade e certificação dos produtos do Brasil, e será mostrado o potencial brasileiro de fornecimento de proteína animal. O Brasil está negociando novo protocolo sanitário com Hong Kong. Nos dias 24 e 25 a escala será em Xangai, onde o setor produtivo fará apresentações do potencial do segmento cárneo.

Em seguida, já em Pequim, na China, entre 26 e 29, será realizada reunião com a área de inspeção e quarentena animal envolvendo a Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Cooperação (Cosban). O objetivo das reuniões é criar uma agenda positiva para 2019 e superar questionamentos levantados pelos chineses com relação à febre aftosa e ao Mal da Vaca Louca (BSE). No caso da aftosa, o Brasil vai reafirmar a condição de país livre da doença com vacinação, reconhecida pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), em maio deste ano. Para o Mal da Vaca Louca será informado que a condição brasileira é de risco desprezível para a doença, pois não existem casos no país. “Outra agenda importante com os chineses é a tentativa de sair de lá com uma data fechada da próxima missão da China ao Brasil, para a habilitação de novos estabelecimentos de carnes bovinas e de aves. O roteiro já está pré-definido pelo Mapa.

Outra negociação importante na área vegetal é a apresentação dos últimos acertos para abertura do mercado chinês para o melão brasileiro. “Existe uma expectativa grande dos chineses de comprar o melão do Brasil, considerado o melhor do mundo, pois a negociação fitossanitária está acontecendo há bastante tempo e a expectativa é que a gente alinhe os últimos detalhes”, explicou Rangel.

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