Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,88 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,05 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,81 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,57 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,48 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,96 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,06 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,49 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 173,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,47 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 192,05 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 164,20 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 186,84 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,27 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,30 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.285,02 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.156,51 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 201,15 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 173,24 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 163,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 182,06 / cx
Comentário

Sustentabilidade

Por José Zeferino Pedrozo, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de SC (Faesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC)

Sustentabilidade

As cadeias produtivas da carne, em Santa Catarina, são extremamente avançadas, respeitam e protegem os recursos naturais. A produção a campo é de alta sustentabilidade e obedece a todos os preceitos da legislação ambiental. A produção pelo sistema de integração assegura estabilidade à família rural. As unidades de abate e processamento de aves e suínos operam com sistemas de tratamento de efluentes e não geram resíduos contaminantes. A tecnologia empregada nas empresas catarinenses (no campo e nas unidades fabris) é a mesma das indústrias de processamento de carne dos países mais avançados.

A legislação ambiental é integralmente respeitada pelos produtores rurais e pelas indústrias de carne suína e de aves para evitar danos ao ambiente durante o processo de produção. A indústria trabalha com produtos, co-produtos e subprodutos. Todos eles possuem utilidade no processo produtivo e têm o seu valor comercial relativo, ou seja, procuramos aproveitar tudo o que é gerado na produção.

A sustentabilidade tornou-se um caminho sem volta para os criadores e as indústrias em favor de uma gestão mais responsável. A agroindústria já incorporou os aspectos de sustentabilidade e caminha muito próxima a comunidade local, onde está situada. Cada vez mais a sociedade está alerta para a gestão responsável e nos cobra ações sustentáveis. Os chamados “stakeholders” – sociedade, acionistas, investidores, fornecedores, clientes, consumidores, ONGs, Universidades – participam de forma ativa e influenciam diretamente a gestão da cadeia produtiva.

Na realidade o setor por si próprio tem aspectos importantes de sustentabilidade. Basta analisar o índice de desenvolvimento humano (IDH) nos municípios que possuem agroindústria e sistemas de integração. São superiores a média brasileira. O sistema oportuniza que empresários rurais de todos os portes, possam exercer sua vocação, agregando valor à cadeia produtiva, convertendo a proteína vegetal em proteína animal. A agroindústria traz tecnologias de ponta – desde a genética, alimentação animal e assistência técnica, colaborando com uma produção cada vez mais sustentável, ou seja, maximizando os recursos usados e produzindo cada vez mais. Produtores rurais e indústrias, na condição de principais elos, apoiam a cadeia produtiva na busca de soluções inteligentes, visando o cumprimento da legislação. A sustentabilidade é uma jornada sem volta e sempre há espaço para a introdução de  melhorias.

Em artigo anterior destaquei, com entusiasmo, o surgimento do Licenciamento por Adesão e Compromisso (LAC), uma inovação prevista na Resolução Consema nº 98 de 2017. O LAC será efetuado em meio eletrônico, em uma única etapa, através de declaração de adesão e compromisso do empreendedor, mediante critérios e condições estabelecidas pelo órgão ambiental licenciador, no caso o Instituto do Meio Ambiente (IMA). Infelizmente, já há manifestações contrárias, mas, o fato é que em médio prazo, o LAC beneficiará diretamente a cadeia produtiva da carne – especialmente a de aves e de suínos – que representa um importantíssimo segmento da economia brasileira e catarinense, em termos de produção sustentável de riquezas, geração de empregos e contribuição tributária.

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