Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,65 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 161,00 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,24 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,01 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 131,23 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 140,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.538,40 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.437,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 125,60 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 142,66 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,15 / cx
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Revista On-line

Biogás como alternativa econômica na granja

Está no ar a segunda edição de 2019 da Revista Suinocultura Industrial

Biogás como alternativa econômica na granja

Uma propriedade suinícola gera um grande volume diário de dejetos orgânicos, oriundos das fezes e urina dos animais. Toda essa quantidade de resíduos é passível de forte impacto ambiental, mas que tem sido solucionado pelos produtores com a adoção de biodigestores em seus sistemas produtivos. O processo de digestão anaeróbia proporciona um manejo adequado desses dejetos, gerando ainda o chamado biogás, cujo aproveitamento econômico entra em uma nova fase.

Há pouco mais de dez anos, os biodigestores voltaram a ser uma alternativa importante dentro do tratamento dos dejetos. O uso desta tecnologia remonta os anos 1970 no Brasil, mas problemas relacionados ao incorreto manejo dela nas propriedades rurais levaram a seu quase abandono. O retorno dos biodigestores foi impulsionado principalmente pelas políticas internacionais de redução de gases de efeito estufa e criação dos chamados créditos de carbono, dentro dos projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). Além disso, novos tipos de materiais para a sua instalação facilitaram também o manejo.

Com a venda dos créditos de carbono – hoje, praticamente inexistente – boa parte do biogás era queimada, transformando metano em dióxido de carbono, gás com menor potencial poluente. Granjas maiores do país começaram a também usar o biogás na geração de energia elétrica para autoabastecimento do seu sistema produtivo. A medida gera um impacto positivo para o produtor, pois transforma um passivo ambiental em um ativo econômico.

Antes viável a propriedades maiores, a geração energética a partir do biogás tem ganhado espaço e legislação específica, principalmente no Paraná. A região oeste do Estado tem abrigado projetos em envolvem um pool de granjas suinícolas, seja para fornecimento do biogás a uma usina geradora ou dos dejetos em unidades comuns de biodigestores. Os projetos têm acompanhamento do Centro Internacional de Energias Renováveis – Biogás (CIBiogás), que integra o Parque Tecnológico de Itaipu, como pode ser visto em matéria publicada nessa edição, a qual aponta, além de tudo, uma grande tendência de crescimento dessa área em todo o país.

 

Boa leitura a todos!

Humberto Luis Marques

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