Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Revista On-line

Biogás como alternativa econômica na granja

Está no ar a segunda edição de 2019 da Revista Suinocultura Industrial

Biogás como alternativa econômica na granja

Uma propriedade suinícola gera um grande volume diário de dejetos orgânicos, oriundos das fezes e urina dos animais. Toda essa quantidade de resíduos é passível de forte impacto ambiental, mas que tem sido solucionado pelos produtores com a adoção de biodigestores em seus sistemas produtivos. O processo de digestão anaeróbia proporciona um manejo adequado desses dejetos, gerando ainda o chamado biogás, cujo aproveitamento econômico entra em uma nova fase.

Há pouco mais de dez anos, os biodigestores voltaram a ser uma alternativa importante dentro do tratamento dos dejetos. O uso desta tecnologia remonta os anos 1970 no Brasil, mas problemas relacionados ao incorreto manejo dela nas propriedades rurais levaram a seu quase abandono. O retorno dos biodigestores foi impulsionado principalmente pelas políticas internacionais de redução de gases de efeito estufa e criação dos chamados créditos de carbono, dentro dos projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). Além disso, novos tipos de materiais para a sua instalação facilitaram também o manejo.

Com a venda dos créditos de carbono – hoje, praticamente inexistente – boa parte do biogás era queimada, transformando metano em dióxido de carbono, gás com menor potencial poluente. Granjas maiores do país começaram a também usar o biogás na geração de energia elétrica para autoabastecimento do seu sistema produtivo. A medida gera um impacto positivo para o produtor, pois transforma um passivo ambiental em um ativo econômico.

Antes viável a propriedades maiores, a geração energética a partir do biogás tem ganhado espaço e legislação específica, principalmente no Paraná. A região oeste do Estado tem abrigado projetos em envolvem um pool de granjas suinícolas, seja para fornecimento do biogás a uma usina geradora ou dos dejetos em unidades comuns de biodigestores. Os projetos têm acompanhamento do Centro Internacional de Energias Renováveis – Biogás (CIBiogás), que integra o Parque Tecnológico de Itaipu, como pode ser visto em matéria publicada nessa edição, a qual aponta, além de tudo, uma grande tendência de crescimento dessa área em todo o país.

 

Boa leitura a todos!

Humberto Luis Marques

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