Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,26 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 149,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,09 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,11 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,29 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,49 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.551,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.451,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Missão Internacional

Ministra pede reabilitação de frigoríficos de frango

Segundo Tereza Cristina, os sauditas também querem que as empresas brasileiras produzam e processem carne de frango na Arábia Saudita

Ministra pede reabilitação de frigoríficos de frango

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, pediu a autoridades sauditas a reabilitação de plantas de carne de frango brasileiras que foram retiradas em janeiro da lista de unidades que podem exportar ao país árabe. Tereza Cristina esteve em Riad segunda (16) e terça-feira (17), como parte de missão oficial a quatro países árabes, e nesta quarta-feira (18) teve reuniões com autoridades do Kuwait, onde finaliza acordo para reabertura do mercado de carne bovina.

A ministra falou sobre os dois temas em coletiva de imprensa para a imprensa kuwaitiana e a ANBA na Cidade do Kuwait. “Nós pedimos a retirada da suspensão de quatro plantas que foi feita lá atrás”, explicou Tereza Cristina, sobre a exportação de frango aos sauditas. Segundo ela, a Arábia Saudita ficou de enviar uma missão técnica para fazer a verificação destas plantas de abate em novembro deste ano

O governo saudita suspendeu as exportações de alguns frigoríficos brasileiros em função de divergências no método de abate halal. Os sauditas querem que o animal seja morto na degola e que não seja feito o choque, que atordoa as aves antes que morram. “O processo halal sempre esteve de acordo com o padrão, só que eles mudaram, passaram a exigir que não se fizesse a insensibilização do frango, que tivesse um abate sem choque”, explicou à ANBA o diretor-executivo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin.

A conversa da ministra sobre o tema com a Saudi Food and Drug Authority (SFDA) era uma demanda do segmento. Segundo Tereza Cristina, os sauditas também querem que as empresas brasileiras produzam e processem carne de frango na Arábia Saudita. “Já há duas empresas que estão, uma bem avançada para vir para cá, para Arábia saudita, e a outra no início de conversação”, afirmou a ministra, sem dar nomes. Os sauditas produzem 50% do frango que consomem e querem chegar a 70% de produção local, segundo Tereza Cristina.

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