Mercado externo tem influenciado nos preços do milho e da soja
Confira os movimentos dos insumos no mercado interno

De acordo com os dados divulgados nesta segunda-feira (30/09) pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), mesmo com disponibilidade recorde na temporada 2018/19, os preços do milho seguem em alta.
Vendedores consultados pelo Cepea optam por entregar os lotes comercializados antecipadamente, sobretudo para a exportação, enquanto compradores estão mais ativos nas aquisições.
Com os embarques do cereal em ritmo intenso, alguns compradores, inclusive, ofertam valores maiores, no intuito de levar os lotes que poderiam ser exportados. Na região de Campinas (SP), o Indicador ESALQ/BM&FBovespa subiu 2,6%, a R$ 38,88/sc de 60 kg na sexta-feira, 27. No mês (até o dia 27), o Indicador acumula alta de 4,5%
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A dificuldade em avançar com o semeio de soja no Brasil e as incertezas quanto à relação comercial entre os Estados Unidos e a China deixam agricultores nacionais consultados pelo Cepea afastados das negociações no spot e também para a safra 2019/20. Compradores, por sua vez, estão mais ativos, especialmente para fechar contratos a termo, visando o recebimento no primeiro trimestre de 2020.
Para curto prazo, houve demanda de lotes pequenos, apenas para completar cargas de exportação, cenário que elevou a disparidade entre as ofertas de venda e os pedidos de compra. Entre 20 e 27 de setembro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa da soja Paranaguá (PR) registrou leve queda de 0,3%, indo a R$ 86,61 no dia 27. Já o Indicador CEPEA/ESALQ Paraná subiu 0,1%, a R$ 80,91/sc de 60 kg na sexta-feira.





















