Se em fevereiro deste ano não ocorrer nenhum registro já serão quatro meses sem novos casos da doença; Estados livres ou não devem manter vigilância. O Ministério da Agricultura tem trabalhado em um plano estratégico para a erradicação da enfermidade em todo o território nacional
Brasil está há quatro meses sem novos casos de PSC, mas Estados devem manter alerta

Por Anderson Oliveira
Os produtores de suínos dos Estados que estão fora da zona não livre de Peste Suína Clássica (PSC) estão apreensivos. Embora os últimos casos da doença no país tenham sido notificados em outubro, a vigilância é permanente nas divisas. Na Bahia, são 27 os territórios monitorados, por meio das barreiras móveis da Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab). Já em Pernambuco, o trânsito de suínos, produtos e subprodutos vindos dos Estados afetados está proibido até que os focos sejam completamente sanados. O cenário, contudo, parece estar se tornando mais tranquilo. Desde a primeira notificação de PSC, em outubro de 2018, no Ceará, apenas em setembro não houve registros. Em outubro, foram apenas três focos – sendo que dois em Alagoas, o que levou apreensão aos Estados livres da doença. Se em fevereiro deste ano não ocorrer nenhum registro já serão quatro meses sem PSC.
Leia também no Agrimídia:
- •Programa Brasil Mais Produtivo impulsiona suinocultura no RJ com ganhos de gestão e eficiência
- •Suinocultura ganha espaço na Páscoa com alta do bacalhau e mudança no consumo de proteínas no Brasil
- •Com raízes na fé, Lar Cooperativa celebra 62 anos e projeta crescimento sustentável
- •Proposta reduz subsídios para grandes frigoríficos e amplia apoio a pequenos abatedouros no Reino Unido
Leia matéria na íntegra clicando aqui






















