Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Brasil está há quatro meses sem novos casos de PSC, mas Estados devem manter alerta

Se em fevereiro deste ano não ocorrer nenhum registro já serão quatro meses sem novos casos da doença; Estados livres ou não devem manter vigilância. O Ministério da Agricultura tem trabalhado em um plano estratégico para a erradicação da enfermidade em todo o território nacional

Brasil está há quatro meses sem novos casos de PSC, mas Estados devem manter alerta

Por Anderson Oliveira

 

Os produtores de suínos dos Estados que estão fora da zona não livre de Peste Suína Clássica (PSC) estão apreensivos. Embora os últimos casos da doença no país tenham sido notificados em outubro, a vigilância é permanente nas divisas. Na Bahia, são 27 os territórios monitorados, por meio das barreiras móveis da Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab). Já em Pernambuco, o trânsito de suínos, produtos e subprodutos vindos dos Estados afetados está proibido até que os focos sejam completamente sanados. O cenário, contudo, parece estar se tornando mais tranquilo. Desde a primeira notificação de PSC, em outubro de 2018, no Ceará, apenas em setembro não houve registros. Em outubro, foram apenas três focos – sendo que dois em Alagoas, o que levou apreensão aos Estados livres da doença. Se em fevereiro deste ano não ocorrer nenhum registro já serão quatro meses sem PSC.

Leia matéria na íntegra clicando aqui

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