Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Mercado

Santa Catarina bate recorde histórico nas exportações de carne suína

De janeiro a maio, Santa Catarina embarcou mais de 198,3 mil toneladas de carne suína, gerando receitas de US$ 451,8 milhões. 

Santa Catarina bate recorde histórico nas exportações de carne suína

Maior produtor nacional de carne suína, Santa Catarina bate mais um recorde nas exportações. Em maio, o estado embarcou 51,7 mil toneladas do produto, faturando mais de US$ 113,6 milhões – esses são os maiores valores já registrados em um único mês desde o início da série histórica em 1997. Os números são divulgados pelo Ministério da Economia e analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa).

Os resultados obtidos em maio trouxeram um aumento de 44,4% no faturamento com as exportações de carne suína em relação ao mesmo período de 2019 – quando comparado ao mês anterior, o crescimento foi de 41,5%.

“Estes números traduzem a força do nosso agronegócio, que permanece como um setor essencial para a nossa economia. Demonstra ainda o comprometimento de toda a cadeia produtiva para garantir um produto seguro, de qualidade e que atende aos mercados mais exigentes do mundo”, destacou o governador Carlos Moisés.

“Mais uma vez Santa Catarina bate recordes nas exportações de carne suína. Tivemos um grande início de ano, que nos coloca em destaque nas exportações. A China continua sendo o nosso maior mercado e vem aumentando as compras ao longo do ano. A cadeia produtiva, produtores e agroindústrias estão de parabéns por mais um recorde”, destaca o secretário da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Ricardo de Gouvêa.

A preferência internacional pelo produto catarinense é resultado do investimento em saúde animal e as garantias de um alimento de qualidade. O estado é livre de diversas doenças, com o reconhecimento da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), que mostra ao mundo que possui critérios e segurança na produção animal.

No último mês, Santa Catarina aumentou os embarques para mercados importantes como China (+53,6%) , Hong Kong (+78,4%), Japão (+2,1%) e Cingapura (+101,2%).

Acumulado do ano

De janeiro a maio, Santa Catarina embarcou mais de 198,3 mil toneladas de carne suína, gerando receitas de US$ 451,8 milhões. O estado respondeu por 52,5% da quantidade exportada pelo Brasil nesse período.

Em 2020, os catarinenses ampliaram em 40,9% o faturamento com as vendas internacionais. Esses resultados se devem, principalmente, ao crescimento dos embarques para a China, que cresceram 90,2% em quantidade e 121,9% em valor. Destacam-se também os crescimentos nos embarques para o Japão (247,7% em quantidade e 262,1% em valor) e Coreia do Sul (29,8% em quantidade e 110,6% em valor).

Segundo o analista da Epagri/Cepa, Alexandre Giehl, as expectativas são de que as exportações sigam em alta ao longo de 2020, ampliando até mesmo as vendas para a China. “Apesar dos esforços do governo chinês, a peste suína africana ainda não foi completamente controlada naquele país. Recentemente, inclusive, a Associação Brasileira de Proteína Animal revisou suas projeções, passando a estimar um crescimento de até 33% nos embarques de carne suína do Brasil neste ano. Esses resultados são de extrema importância, visto que as restrições associadas à Covid-19 e a crise econômica que deve suceder à pandemia prejudicarão sensivelmente o mercado interno”, explica.

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