Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Resultado da BRF em 2020 será positivo, afirma CEO

Mesmo com covid-19, empresa deve manter trajetória de lucratividade

Resultado da BRF em 2020 será positivo, afirma CEO

Mesmo com o impacto negativo da covid-19, a BRF está “caminhando” para ter um ano de “resultados positivos”, afirmou na última sexta-feira o CEO da companhia de alimentos, Lorival Luz.

Em live promovida pela “Exame”, o executivo evitou comentar os resultados do segundo trimestre – que serão divulgados pela companhia em 12 de agosto -, mas ressaltou que a retomada da lucratividade da companhia é consistente.

Após passar por uma reestruturação financeira e operacional, a BRF fechou 2019 no azul, reportando o primeiro lucro anual desde 2015. Durante a live, Luz destacou o processo de recuperação das margens de lucro da empresa e da redução do índice de endividamento.

A margem bruta, que caiu a quase 10%, voltou para o patamar de 25% nos últimos resultados trimestrais divulgados pela BRF. O índice de alavancagem (relação entre dívida líquida e Ebitda), que atingiu um nível considerado preocupante de 6 vezes, caiu a menos de 3 vezes.

De acordo com o CEO da BRF, o objetivo é, com a geração de resultados, reduzir esse indicador de endividamento ainda mais. No início de março, a empresa projetou encerrar o ano com uma alavancagem entre 2,35 vezes e 2,75 vezes.

O executivo não fez comentários sobre a gestão da dívida durante a live, mas a BRF anunciou medidas recentemente, trocando parte do passivo denominado em dólar por dívidas em reais. Com isso, a empresa pode se beneficiar dos juros baixos no Brasil e evitar o impacto da alta do dólar, além de alongar o prazo médio de vencimento das dívidas. No fim de março, a dívida bruta do grupo somava R$ 24,5 bilhões, dos quais R$ 17,9 bilhões são em moeda estrangeira.

Na semana retrasada, a BRF informou que captará R$ 2,2 bilhões em debêntures – os papéis serão o lastro para a emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) da securitizadora Vert. A captação será feita em duas séries, com títulos que vencem em sete anos (R$ 705 milhões) e debêntures de dez anos (R$ 1,495 bilhão) e juros anuais de 5,3% e 5,6% ao ano, respectivamente. Os títulos serão corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Ao mesmo tempo, a BRF está recomprando US$ 300 milhões (cerca de R$ 1,5 bilhão) em títulos emitidos no exterior e que vencem entre 2022 e 2026. Por esses papéis, a companhia paga juros anuais entre 2,75% e 5,875%

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