Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 147,67 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,25 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,46 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,66 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,58 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,07 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,79 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.538,46 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.454,59 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Biosseguridade na indústria suína: investimento com alto retorno financeiro

“A implantação de medidas de biosseguridade na suinocultura tem como principal motivação o fator econômico”

Biosseguridade na indústria suína: investimento com alto retorno financeiro

No contexto da produção animal, biosseguridade pode ser entendida como medidas implantadas para impedir a entrada de novos patógenos em populações, rebanhos e/ou grupos de animais. As medidas para reduzir ou limitar a disseminação dos patógenos já existentes no plantel também são consideradas medidas de biosseguridade. Indo além, significa prevenir riscos e reduzir a circulação de perigos entre animais, humanos, plantas e ambiente (WHO, 2010).

A implantação de medidas de biosseguridade na suinocultura tem como principal motivação o fator econômico. É bastante nítido o prejuízo provocado pelo impacto negativo nos índices zootécnicos causados pelas doenças. Há redução da produtividade (piora da conversão alimentar – CA, menor ganho de peso diário – GPD), aumento da mortalidade, perdas reprodutivas, mais dias de alojamento para o atingimento do peso-alvo e aumento do gasto com antibióticos e anti-inflamatórios para controlar doenças e sinais clínicos.

O suíno, ao se deparar com um processo infeccioso, apresenta perdas significativas de desempenho, não somente pela diminuição do apetite e da ingestão de ração, mas também pelo gasto metabólico intenso realizado pelo organismo do animal para que a infecção seja debelada. A energia que seria convertida em carne termina sendo utilizada para que ele restabeleça seu estado fisiológico.

Alguns trabalhos têm monetizado os danos associados às infecções bacterianas e virais (Haden C, 2012). Verificou-se que as perdas causadas pela infecção do Mycoplasma hyopneumoniae, quando em associação com outros agentes virais, tem seu custo astronomicamente impactado. O mesmo acontece com uma infecção pelo vírus da influenza. Quando na presença do M. hyopneumoniae, seu custo mais que triplica. É claramente demonstrável que a associação de patógenos no mesmo rebanho produz perdas substanciais.

 

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