Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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Agroindustrias

BRF, Marfrig e JBS podem ganhar duas vezes com peste suína na China

As autoridades chinesas previram que o país retornaria aos rebanhos de suínos pré-doença este ano. Os novos surtos podem atrasar isso até 2023

BRF, Marfrig e JBS podem ganhar duas vezes com peste suína na China

Os principais frigoríficos brasileiros podem se beneficiar duplamente em um cenário que une ração mais barata e preços de carnes mais altos. As ações da BRF (BRFS3), JBS (JBSS3)e da Marfrig (MRFG3) estão sob iminência de alta de acordo com relatório da Ágora Investimentos.

A peste suína africana reapareceu na Ásia, o que pode prejudicar as medidas para repor os plantéis depois que o vírus matou dezenas de milhões de suínos na região e resultou em enorme déficit de proteína animal.

As autoridades chinesas previram que o país retornaria aos rebanhos de suínos pré-doença este ano. Os novos surtos podem atrasar isso até 2023, aponta reportagem publicada no The Wall Street Journal.

Uma recuperação mais lenta do que o esperado do rebanho de suínos da China é claro risco de alta para os frigoríficos brasileiros listados na Bolsa, argumenta a Ágora.

“O cenário poderia levar a um saldo de oferta e demanda mais apertado do que o esperado para a indústria global de carnes, resultando em preços mais elevados da carne do que o mercado espera”, destacam os analistas Leandro Fontanesi e Ricardo França, que assinam o relatório.

Outro ponto positivo levantado pela dupla da Ágora diz respeito a um número maior do que o esperado de animais, podendo levar a uma menor demanda chinesa por milho e soja — que são usados como ração para animais .

O resultado do raciocínio pode resultar em custos de grãos mais baixos para os frigoríficos do que o mercado está prevendo atualmente.

As rações representam cerca de 30% dos custos da BRF e cerca de 12% dos custos da JBS.

A Ágora aguarda a confirmação da desaceleração na recuperação do rebanho suíno da China antes de empregar mais otimismo com as ações de proteínas.

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