Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 71,06 / kg
Soja - Indicador PR R$ 151,68 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,78 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 152,40 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 148,07 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,52 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,54 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.456,52 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.359,38 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,54 / cx
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Covid-19

Avançam negociações com a indústria de saúde animal para ampliar produção de vacinas no Brasil

O objetivo é encurtar o calendário de imunização da população com a inclusão de três novos super laboratórios, que hoje produzem  imunizantes para animais.

Avançam negociações com a indústria de saúde animal para ampliar produção de vacinas no Brasil

O senador Wellington Fagundes (PL-MT), relator da Comissão Temporária da Covid-19, reuniu-se na última quinta-feira (26/03), com a ministra Tereza Cristina, para alinhar estratégia visando ampliar a produção de até 400 milhões de vacinas contra a SARS Cov2 no Brasil. O objetivo é encurtar o calendário de imunização da população com a inclusão de três novos super laboratórios, que hoje produzem  imunizantes para animais.

Após conhecer detalhes da proposta, a ministra manifestou entusiasmo e integral apoio a iniciativa, gestada a partir  do diálogo do relator da CT Covid-19 com o segmento das indústrias farmacêuticas, através do Sindicato Nacional das Indústrias de Produtos para Saúde Animal (Sindam). Ela se comprometeu a encaminhar a discussão no âmbito do Governo e deve se encontrar nas próximas horas com o novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

Como depoimentos colhidos de técnicos, especialistas e donos de plantas industriais, Wellington Fagundes mostrou à ministra que o segmento tem capacidade de ampliar a produção de vacina em prazo de 90 dias. O setor reúne 28 laboratórios de produção de produtos animais, sendo três deles classificados na categoria NB3+, o mais elevado nível de biossegurança, exigido para produção de vacinas.

Entre os laboratórios disponíveis para produção de vacina para a Covid-19 está a Merck & Co. ou Merck Sharp & Dohme, empresa farmacêutica, química e de ciências biológicas global presente em 67 países. As outras duas plantas são da Ceva Brasil, que dispõe de quatro centros internacionais principais, com 19 centros regionais de produção pelo mundo, e a Ouro Fino, que exporta produtos para vários países.

“O que precisa é um entendimento do Brasil com seus organismos, seguindo os acordos internacionais já formulado” – frisou o parlamentar do PL. Ele ressaltou que o objetivo é ampliar a produção de vacinas inativada contra a Covid-19 a partir de semente de trabalho, como a Coronavac – hoje produzida pelo Instituto Butantã.

Na próxima segunda-feira, 29, a Comissão Temporária do Senado reúne representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Ministério da Saúde, Ministério da Agricultura e Ministério da Ciência e Tecnologia, além de representantes das indústrias que produzem imunizantes animais. Até lá, segundo Fagundes, a expectativa é de que se possa colocar em prática “uma concreta para o Brasil resolver de uma vez por todas essa situação que todos nós estamos vivemos, de angústia e sofrimento”.

Presidente da Academia Brasileira de Medicina Veterinária, Josélio Moura, também participou da reunião e reforçou a capacidade dos laboratórios integrarem o ‘esforço humanitário’ em favor da produção de vacina contra a Covid-19. Segundo ele, o agronegócio “pode, mais uma vez, ajudar a salvar o Brasil”. Moura frisou que as indústrias brasileiras “já tem a tecnologia, já tem um parque tecnológico apropriado” e pediu esforço de todos para a produção do imunizante contra a Covid-19:  “A saúde pública não pode esperar”.

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