Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 65,64 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 158,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,81 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,80 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,98 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,90 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 130,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 139,79 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,35 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 133,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,22 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.569,82 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.482,17 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,79 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 133,72 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,67 / cx
Amazonas

Adaf e Faea debate regularização de abatedouros de aves

Ssetor busca a regularização de abatedouros de aves, já que apenas um estabelecimento tem autorização para essa atividade no Estado.

Compartilhar essa notícia
Adaf e Faea debate regularização de abatedouros de aves

A Agência de Defesa Agropecuária e Floresta do Estado do Amazonas (Adaf) elabora um cronograma de visitas técnicas multi-institucionais a abatedouros de aves que buscam regularização para operar no Estado. As visitas já devem começar na próxima semana e vão contar com a participação de representantes da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Amazonas (Faea), da Associação Amazonense de Avicultura (Aama), além de técnicos da agência

Segundo a Adaf, o objetivo é verificar o andamento das adequações físicas nos estabelecimentos, identificar gargalos e buscar caminhos para viabilizar a operação regular das granjas. O setor busca a regularização de abatedouros de aves, já que apenas um estabelecimento tem autorização para essa atividade no Estado.

O presidente da Faea, Muni Lourenço, disse que recebe com alegria o compromisso de celeridade da Adaf na tramitação dos processos. “O setor tem um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) com o Ministério Público, e estamos preocupados em cumprir. Fico feliz com o compromisso de celeridade da Adaf, de dar prioridade para destravar esse segmento”, comentou.

O diretor-presidente da Adaf, José Omena, ressaltou que a autarquia está de portas abertas para os empreendedores e contribuirá no que for possível para dar celeridade à regularização dos empreendimentos. “A Adaf está à disposição dos empreendedores para orientá-los e ajudá-los no processo de adequação. Sabemos da importância desse segmento na geração de empregos e na produção de alimentos saudáveis à população. Não mediremos esforços para contribuir no que estiver ao nosso alcance”, disse Omena.

O secretário-geral da Aama, Antonio Ximenes, avaliou que a reunião foi produtiva e está confiante no destravamento do setor. “A Aama vê no presidente Omena, no secretário Petrucio Magalhães, da Sepror, e no governador Wilson Lima uma saída concreta para termos, definitivamente, abatedouros legalizados além daquele que já existe, e sigamos o princípio da saúde pública”, finalizou.

TAC

O setor firmou um TAC em 2019 com o Ministério Público do Amazonas (MP-AM) visando à regularização da atividade de abate de aves no Estado no prazo de dois anos. Por conta dos problemas causados pela pandemia de covid-19, o prazo para regularização dos estabelecimentos foi prorrogado duas vezes, mas deve expirar em junho deste ano.

 

Assuntos Relacionados Aves
Mais lidas

Relacionados

Suinocultura Industrial 332
SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344