Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Status Sanitário

Paraná define normas de fiscalização para trânsito de animais

As normas entram em vigor em 1º de janeiro e fazem parte da estratégia para que a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) reconheça o Estado como área livre de febre aftosa, sem vacinação

Paraná define normas de fiscalização para trânsito de animais

A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) definiu os procedimentos de fiscalização para o trânsito de animais no Estado, informou em nota nesta sexta-feira o Sistema Ocepar. De acordo com a Portaria 389, de 18/12/2019, foram estabelecidos pontos de ingresso e saída de animais, além de rotas de passagem a serem adotados para a circulação de animais e produtos de origem animal no território paranaense.

As normas entram em vigor em 1º de janeiro e fazem parte da estratégia para que a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) reconheça o Estado como área livre de febre aftosa, sem vacinação. “Os procedimentos visam proteger o rebanho paranaense de bovinos, bubalinos, ovinos e caprinos da introdução ou reintrodução de enfermidades”, diz a Ocepar.

Pela normativa, a partir o início do ano animais vacinados contra febre aftosa não poderão entrar no Paraná, com exceção dos que forem enviados diretamente para o abate. Além disso, de acordo com a portaria, todo o veículo que ingressar no Paraná transportando animais e produtos de origem animal deverá, obrigatoriamente, parar nos postos de fiscalização da Agência de Defesa Agropecuária.

 

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