Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,23 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,20 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 155,67 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,34 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,63 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,59 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,70 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.526,89 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.459,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Campanha

Exportadores de aves e suínos promovem maior ação de imagem já realizada na Coreia do Sul

Os exportadores colocaram em curso, até o dia 28 de julho, uma grande campanha de imagem na Coreia do Sul, exaltando atributos das carnes de aves e de suínos made in Brazil

Exportadores de aves e suínos promovem maior ação de imagem já realizada na Coreia do Sul

Os exportadores de aves e de suínos colocaram em curso, até o dia 28 de julho, uma grande campanha de imagem na Coreia do Sul, exaltando atributos das carnes de aves e de suínos made in Brazil. De acordo com informações da Embaixada Brasileira em Seul, esta é a maior ação de imagem já realizada para produtos brasileiros no mercado sul-coreano.

Ao todo, são 362 telas espalhadas pelas 17 mais movimentadas estações de metrô e terminais de ônibus da capital sul-coreana – é o caso da famosa Gangnam Station – bairro conhecido pelo clipe viral Gangnam Style, de Psy.

A ação é realizada pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), com o apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e da Embaixada Brasileira em Seul.

Além da comunicação visual, a estratégia da campanha inclui impulsionamento em Facebook e Instagram, direcionada para a população de Seul – interagindo o público virtual com as ações físicas.

“A interação virtual com as comunicações instaladas nas estações de trem e ônibus buscará integrar o público às nossas plataformas virtuais, reforçando os atributos que diferenciam nossos produtos no mercado internacional. Já somos líderes isolados entre os exportadores de carne de frango para este mercado, e agora queremos reforçar, também, nossa posição em carne suína”, analisa a gerente de marketing da ABPA, Isis Sardella.

A importância do mercado sul-coreano – O Brasil já é consolidado como principal fornecedor externo de carne avícola para as gôndolas sul-coreanas, representando cerca de 80% de tudo o que é importado pelo país asiático. Em volume, isto representa um total de 127,4 mil toneladas de produtos avícolas brasileiros em 2020, gerando receita de US$ 196,6 milhões. A Coreia do Sul é a 8° maior importadora de carne de frango do Brasil.

No caso de suínos, há um importante potencial a ser explorado. Com 570 mil toneladas importadas em 2020, a Coreia do Sul é o atual quarto principal destino do mercado internacional de carne suína – atrás, apenas, de China, Japão e México. O Brasil ainda possui baixa participação neste mercado, com apenas 5 mil toneladas embarcadas no ano passado, porém com grande perspectiva de crescimento.

Há, entretanto, boas expectativas com relação ao futuro deste mercado para o Brasil. Hoje, somente Santa Catarina pode embarcar produtos para a Coreia do Sul, graças ao status de livre de aftosa sem vacinação – uma exigência das autoridades sul-coreanas. Com a recente inclusão do Rio Grande do Sul e Paraná – respectivamente, segundo e terceiro maiores exportadores de carne suína do Brasil – entre as áreas livres da enfermidade sem vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), espera-se que, em breve, as vendas para o mercado asiático ganhem novo impulso.

“Temos boas expectativas quanto ao breve aceite das autoridades da Coreia do Sul sobre este novo status dos territórios gaúcho e paranaense. Os exportadores brasileiros construíram um relacionamento sólido com a Coreia do Sul e, exatamente por isso, estamos investindo tantos esforços de imagem para reforçar, ainda mais, a percepção de qualidade do produto brasileiro junto a este mercado”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

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