Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Empresas

Phibro fatura mais

Empresa fechou o biênio 2010/11 com um faturamento de US$ 100 milhões no Brasil. A Phibro avança com vendas para pecuária de corte.

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A Phibro, uma das líderes globais no mercado de nutrição e saúde animal, fechou o biênio 2010/11 (encerrado em junho) com um faturamento de US$ 100 milhões no Brasil, 17,5% maior do que o apurado no exercício anterior.

A expansão foi puxada pelas vendas no mercado doméstico, que aumentaram em 40,4%, para US$ 30 milhões. Já as exportações, que ainda respondem por mais de dois terços da receita, cresceram 12%, para US$ 70 milhões. Grande parte dos embarques tem os Estados Unidos como destino.

No Brasil desde 1995, a Phibro concentra 83% de seus negócios no segmento de aves e suínos, mas a participação da bovinocultura cresce rapidamente. No último ciclo, a receita com produtos para esse segmento cresceu 136%. Sua participação no faturamento total mais que dobrou, de 8% para 17%, no último ano. “Nosso objetivo é aumentar essa participação para 50% nos próximos três anos”, afirma Stefan Mihailov, diretor-geral da Phibro no Brasil.

A grande aposta para avançar nesse segmento é um antibiótico usado para melhorar a absorção de nutrientes pelos animais e acelerar o processo de engorda. Segundo Mihailov, o produto já é usado na alimentação de mais da metade do rebanho bovino de corte criado em regime de confinamento. O desafio, no entanto, é levar a tecnologia para o boi criado apenas com pastagem, que representa mais de 90% do volume de abates no Brasil. “Esta é uma tecnologia pouco conhecida pelo produtor. Estamos criando um novo mercado”, afirma o executivo.

Mihailov prevê um crescimento de 60% nas vendas de produtos para bovinocultura no ciclo 2011/12, o que aumentaria para 20% a fatia do segmento na receita da companhia. A área de aves e suínos, prevê o executivo, deverá crescer 15%, mas perderá espaço no faturamento total.

O Brasil é a segunda maior operação da companhia com sede nos Estados Unidos. A empresa tem duas fábricas no país, ambas localizadas no Estado de São Paulo: Guarulhos e Bragança Paulista. Em todo o mundo, a Phibro fatura US$ 500 milhões – mais da metade desse valor no país de origem.

Mihailov conta que a fábrica de Guarulhos está perto de seu limite de capacidade, mas que a matriz ainda não tomou uma decisão sobre novos investimentos no Brasil. “Podemos ter uma nova fábrica ou mesmo a ampliação da capacidade em Guarulhos, mas também é possível que a matriz opte por outro país.” China, maior produtor mundial de suínos, e Rússia, que busca a autossuficiência em carnes, são candidatas fortes.

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