Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Bioenergia

BNDES aprova financiamento para primeira fábrica de painéis fotovoltaicos do Brasil

O empreendimento será construído no município de Marechal Deodoro (Alagoas).

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BNDES aprova financiamento para primeira fábrica de painéis fotovoltaicos do Brasil

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 26 milhões para a Pure Energy implantar a primeira fábrica de painéis fotovoltaicos do Brasil. O empreendimento será construído no município de Marechal Deodoro (Alagoas).

A operação, aprovada no âmbito do Plano Inova Energia, representará 75% do investimento total e é a primeira aprovação do BNDES para um projeto de empresa que vai operar na cadeia de fornecedores de energia solar.

O projeto da Pure Energy, startup controlada pela construtora alagoana Cerutti, prevê a nacionalização de componentes dos painéis fotovoltaicos em projeto de desenvolvimento conjunto com empresas brasileiras, a exemplo da Adelco (microinversores) e Solinova, startup criada na Universidade de São Paulo (USP).

A Solinova atuará como parceira neste projeto, agregando conhecimento para o desenvolvimento das inovações propostas no plano de negócios da Pure Energy, tendo em vista ser composta de especialistas e mestres em energias renováveis.
Vale destacar que a nacionalização dos painéis fotovoltaicos será feita segundo a nova regra de credenciamento da Finame prevista no Plano de Nacionalização Progressiva (PNP) do setor de geração de energia solar.

Financiamento – Serão financiadas 90% das despesas gerais do projeto (R$ 11,9 milhões) com recursos do Fundo Clima – Subprograma Energias Renováveis e 90% dos gastos em Inovação (R$ 4,6 milhões) pelo Fundo Clima – Subprograma Projetos Inovadores.

O total a ser gasto com equipamentos nacionais, R$ 1,7 milhão, será financiado através do Programa BNDES de Sustentação do Investimento – Subprograma PSI Bens de capital. O BNDES também financiará 90% da compra de equipamentos importados sem similar nacional, no valor de R$ 7,5 milhões.

O projeto – A planta industrial será instalada no Pólo Industrial Multifabril José Aprígio Vilela, no município de Marechal Deodoro, Alagoas, em um terreno de 80.000 m². Uma área do terreno será destinada para a construção de uma usina de geração de energia solar fotovoltaica com capacidade de cerca de 1 MW. Esse sistema suprirá o consumo de energia da fábrica e servirá de campo de testes para os desenvolvimentos e adaptações previstos no projeto.

A tecnologia a ser adotada pela Pure Energy é a de silício cristalino e foi escolhida devido a sua ampla aceitação no mercado e por ser uma tecnologia já dominada. A linha de produção foi desenhada para a fabricação de painéis fotovoltaicos com a tecnologia mais moderna dessa rota tecnológica.

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