Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 147,67 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,25 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,46 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,66 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,58 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,07 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,79 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.538,46 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.454,59 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
Destaque Todas Páginas
Empresa

Volume de aves e suínos produzidos com energia solar pela BRF ultrapassa 60%

Resultado reflete os esforços para integrar produtores à agenda de sustentabilidade da companhia

Compartilhar essa notícia
Volume de aves e suínos produzidos com energia solar pela BRF ultrapassa 60%

Entre 2023 e 2024, o volume de aves e suínos produzidos com energia solar pelos produtores integrados da BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo e dona das marcas Sadia, Perdigão e Qualy, passou de 49% para 66%. O crescimento reflete os esforços da companhia para engajar seus parceiros na sua agenda de sustentabilidade.

Considerando apenas a produção de frangos, o índice subiu de 58% para 68%. Na produção de perus, o salto foi de 64% para 73%. Já na suinocultura, o avanço foi ainda mais expressivo: de 28% em 2023 para 51% em 2024.

Ao todo, cerca de quatro mil produtores integrados, distribuídos por sete estados brasileiros (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul) e na Turquia, já aderiram à energia renovável em suas propriedades. O volume gerado tem capacidade para abastecer uma cidade com aproximadamente 230 mil habitantes.

A adoção crescente da energia solar entre os integrados da BRF é resultado de uma estratégia estruturada para promover a transição para uma agropecuária de baixo carbono. Um dos principais instrumentos é o convênio com o Banco do Brasil, que oferece R$ 200 milhões em crédito com taxas reduzidas para financiamento de sistemas de energia solar. Além da vantagem ambiental, a migração tem gerado benefícios econômicos significativos, com uma economia média de 95% no custo de energia elétrica.

Redução das emissões de gases de efeito estufa

Em 2025, a BRF teve suas metas de descarbonização validadas pela Science Based Targets initiative (SBTi), tornando-se a primeira empresa do setor de alimentos no Brasil a ter metas aprovadas com base na nova metodologia FLAG, sigla em inglês para florestas, uso da terra e agricultura.

O compromisso da companhia é reduzir, até 2032, 51% das emissões diretas (escopos 1 e 2), que incluem fábricas, centros de distribuição e consumo de energia nas operações próprias, além de cortar em 35,7% as emissões indiretas (escopo 3), que representam cerca de 98% do total e abrangem toda a cadeia de valor.

“Para uma companhia com a dimensão da BRF, a redução das emissões não é um movimento isolado, mas uma jornada que envolve toda a cadeia. O protagonismo dos produtores integrados na adoção de energia solar mostra que é possível conciliar sustentabilidade com ganhos reais no campo”, finaliza Paulo Pianez, diretor global de sustentabilidade da BRF.

Assuntos Relacionados
AviculturaboletimAIboletimSIsuinoculturasustentabilidade
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329