Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 66,77 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,52 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,67 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,43 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,47 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,42 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,60 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,64 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 138,26 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 139,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 153,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 155,16 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 129,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,05 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,09 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,10 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.572,66 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.454,93 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 158,58 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 133,76 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 142,65 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 153,79 / cx

Guerra dos preços

Mix de produtos suínos apresentam defasagem média de 50% nos preços de 2002 para os praticados em 1994.

Compartilhar essa notícia
Redação SI 12/09/2002 – A defasagem média nos preços do mix dos 36 principais produtos da indústria suína que ocupam as gôndolas dos supermercados chega a 50%, segundo levantamento feito pelo Sindicato das Indústrias de Produtos Suínos do Rio Grande do Sul SIPS/RS. Os cálculos levam em conta as variações dos preços em dólar entre junho de 1994 – quando o real e o dólar eram equivalentes e agosto de 2002.

Para se ter uma idéia, o quilo da costela congelada, que em junho de 1994, custava para o consumidor 2,50 dólares ou reais, hoje está sendo vendido nos supermercados a R$ 3,60, o equivalente a US$ 1,20. A diferença representa uma defasagem de aproximadamente 50% em relação aos preços praticados em 1994.

Segundo o diretor executivo do SIPS/RS, Rogério Kerber, os preços dos produtos suínos não estão sendo reposicionados em função da corrosão no poder de consumo nacional, em função dos aumentos das tarifas públicas e privadas. Por outro lado, como os custos dos fatores de produção das agroindústrias suínas também foram elevados, a situação está levando a dificuldades estruturais na cadeia.

Os fatores de produção valorizam conforme as variações cambiais do dólar. É o caso dos insumos, das vitaminas, dos medicamentos, das embalagens, do combustível, da energia elétrica e das tarifas públicas.

Em relação ao mercado externo a situação é semelhante. Segundo levantamento do SIPS/RS, o preço internacional da carne suína caiu cerca de 20% em dólar no primeiro semestre de 2002. “É uma irrealidade. Determinados tipos de produto caíram quase 50%”, afirma Kerber, referindo-se ao preço da carcaça exportada para a Rússia, atualmente o maior mercado importador da carne suína gaúcha.

Assuntos Relacionados carne suína
Mais lidas

Relacionados

Suinocultura Industrial 332
SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344