Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,85 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,77 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,61 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,05 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,91 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,83 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 137,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,51 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.571,18 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.482,72 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 151,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,71 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,92 / cx
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Guerra dos preços

Mix de produtos suínos apresentam defasagem média de 50% nos preços de 2002 para os praticados em 1994.

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Redação SI 12/09/2002 – A defasagem média nos preços do mix dos 36 principais produtos da indústria suína que ocupam as gôndolas dos supermercados chega a 50%, segundo levantamento feito pelo Sindicato das Indústrias de Produtos Suínos do Rio Grande do Sul SIPS/RS. Os cálculos levam em conta as variações dos preços em dólar entre junho de 1994 – quando o real e o dólar eram equivalentes e agosto de 2002.

Para se ter uma idéia, o quilo da costela congelada, que em junho de 1994, custava para o consumidor 2,50 dólares ou reais, hoje está sendo vendido nos supermercados a R$ 3,60, o equivalente a US$ 1,20. A diferença representa uma defasagem de aproximadamente 50% em relação aos preços praticados em 1994.

Segundo o diretor executivo do SIPS/RS, Rogério Kerber, os preços dos produtos suínos não estão sendo reposicionados em função da corrosão no poder de consumo nacional, em função dos aumentos das tarifas públicas e privadas. Por outro lado, como os custos dos fatores de produção das agroindústrias suínas também foram elevados, a situação está levando a dificuldades estruturais na cadeia.

Os fatores de produção valorizam conforme as variações cambiais do dólar. É o caso dos insumos, das vitaminas, dos medicamentos, das embalagens, do combustível, da energia elétrica e das tarifas públicas.

Em relação ao mercado externo a situação é semelhante. Segundo levantamento do SIPS/RS, o preço internacional da carne suína caiu cerca de 20% em dólar no primeiro semestre de 2002. “É uma irrealidade. Determinados tipos de produto caíram quase 50%”, afirma Kerber, referindo-se ao preço da carcaça exportada para a Rússia, atualmente o maior mercado importador da carne suína gaúcha.

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