Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Guerra dos preços

Mix de produtos suínos apresentam defasagem média de 50% nos preços de 2002 para os praticados em 1994.

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Redação SI 12/09/2002 – A defasagem média nos preços do mix dos 36 principais produtos da indústria suína que ocupam as gôndolas dos supermercados chega a 50%, segundo levantamento feito pelo Sindicato das Indústrias de Produtos Suínos do Rio Grande do Sul SIPS/RS. Os cálculos levam em conta as variações dos preços em dólar entre junho de 1994 – quando o real e o dólar eram equivalentes e agosto de 2002.

Para se ter uma idéia, o quilo da costela congelada, que em junho de 1994, custava para o consumidor 2,50 dólares ou reais, hoje está sendo vendido nos supermercados a R$ 3,60, o equivalente a US$ 1,20. A diferença representa uma defasagem de aproximadamente 50% em relação aos preços praticados em 1994.

Segundo o diretor executivo do SIPS/RS, Rogério Kerber, os preços dos produtos suínos não estão sendo reposicionados em função da corrosão no poder de consumo nacional, em função dos aumentos das tarifas públicas e privadas. Por outro lado, como os custos dos fatores de produção das agroindústrias suínas também foram elevados, a situação está levando a dificuldades estruturais na cadeia.

Os fatores de produção valorizam conforme as variações cambiais do dólar. É o caso dos insumos, das vitaminas, dos medicamentos, das embalagens, do combustível, da energia elétrica e das tarifas públicas.

Em relação ao mercado externo a situação é semelhante. Segundo levantamento do SIPS/RS, o preço internacional da carne suína caiu cerca de 20% em dólar no primeiro semestre de 2002. “É uma irrealidade. Determinados tipos de produto caíram quase 50%”, afirma Kerber, referindo-se ao preço da carcaça exportada para a Rússia, atualmente o maior mercado importador da carne suína gaúcha.

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