ABCS quer participação mais energética do governo no caso com a Rússia; neste meio tempo, quem está perdendo é o produtor.
Associação pede ação imediata
Redação SI 10/02/2003 – Os dirigentes das associações de suinocultores estão reclamando da demora do governo brasileiro em estabelecer negociação com os russos. O vice-presidente das associações Brasileira (ABCS) e Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), Clair Dariva, disse que os ministros da área deveriam ser mais arrojados na negociação. Se fosse eu, já tinha ido para a Rússia com ou sem agendamento de reunião, disse Dariva, referindo-se aos vários adiamentos da data da viagem. Ele lembrou que a supensão ocorreu há 45 dias e até agora não há uma posição sobre a retormada ou não das exportações. Dariva disse que se houve problema de taxação no nitrato de amônia, que é importado da Rússia, o governo deve retirar logo este empecilho às exportações de carne suína. A recomendação tanto da ABCS quanto da ACCS é de uma redução momentânea de 20% nos plantéis. O objetivo é reduzir a oferta de carne suína para diminuir os custos com alimentação e aumentar os preços. Dariva avaliou que poderia haver um reajuste aos suinocultores, já que os fatiados ultrapassam R$ 20 o quilo nos supermercados, enquanto o produtor recebe R$ 1,56 o quilo.
Leia também no Agrimídia:
- •Sem luz na infância, hoje à frente de um império de R$ 2,4 bilhões: a mulher que comanda gigante da carne suína em Santa Catarina
- •Peste Suína Africana avança na Catalunha e acende alerta sanitário em Barcelona
- •Agronegócio e comércio bilateral marcam Fórum Empresarial Brasil–Bolívia em São Paulo
- •APCS completa 59 anos fortalecendo a suinocultura paulista e ampliando mercados para a carne suína brasileira





















