Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,74 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 148,04 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,24 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,18 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,82 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,93 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,51 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.565,19 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.475,23 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,92 / cx
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SC: o berço da avicultura e da suinocultura brasileiras

O agronegócio catarinense representa 13% no PIB estadual; a avicultura é responsável por 21% da produção na atividade primária e a suinocultura, por 16%.

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Da Redação 04/02/2004 – 17h20 – O Estado de Santa Catarina abriga as maiores e mais importantes agroindústrias 

SC: o berço da avicultura e da suinocultura brasileiras
Moacir Sopelsa, secretário de Agricultura de Santa Catarina

de aves e suínos do Brasil como Sadia, Perdigão, Seara, Aurora, Chapecó, Macedo entre outras. Anualmente, são produzidas mais de 1,3 milhão de toneladas de carne de frango e mais de 5 milhões de suínos são abatidos em seu território.

Em 2003, o Estado exportou 250 mil toneladas de carne suína (do total de 491,4 mil) e 710 mil toneladas de carne de frango (do total de 2 milhões de toneladas). Segundo o secretário de Agricultura de Santa Catarina, Moacir Sopelsa, o agronegócio é um setor muito forte para a economia da região, representa 13% no PIB estadual, destacando-se as produções de aves, suínos, milho, soja e aqüicultura.

Sopelsa está bastante envolvido e vem acompanhando cada capítulo da novela “Rússia e suas cotas de importações”. O secretário diz que as reuniões diplomáticas entre os dois países, principalmente para renegociar as cotas de importação das carnes suína e de frango brasileiras, devem ter o formato de uma via de duas mãos. “A Rússia compra produtos do Brasil, mas o Brasil não está comprando nada dos russos. É preciso fazer um acordo comercial que agrade aos dois lados”. Segundo ele, a Rússia é um grande exportador de trigo, aviões de carga (para o exército) e sulfato de amônia, produtos que são interessantes ao Brasil.

Suínos

No caso da suinocultura, Sopelsa vem defendendo, junto à Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), o planejamento da atividade, não só em Santa Catarina como em todo o País. “Precisamos ter critérios de produção, de abastecimento e de comercialização”, diz. De acordo com o secretário, as agroindústrias deveriam trabalhar melhor o mercado interno com a carne suína. “As indústrias poderiam enfocar de uma forma mais efetiva a comercialização da carne suína in natura, oferecendo cortes diferenciados como bife de pernil, bifes já temperados, para que a dona-de-casa tenha facilidade no preparo e passe a incluir mais vezes a carne suína em seu cardápio doméstico”.

Avaliar o desenvolvimento da avicultura e da suinocultura

O secretário da Agricultura de Santa Catarina, Moacir Sopelsa, diz que há várias maneiras para se avaliar o desenvolvimento da avicultura e da suinocultura no Brasil. Porém, o secretário destaca como a melhor opção a feira de negócios realizada anualmente em Florianópolis (SC) e que reúne autoridades, especialistas, técnicos e empresários dos dois setores: a AveSui Feira da Indústria Latino-Americana de Aves e Suínos. “Este evento é importantíssimo para para a avicultura e para a suinocultura, pois serve de parâmetro do crescimento das atividades, das tecnologias, da avaliação do negócio e até para avaliar o que os concorrentes estão fazendo”, afirma. “É uma oportunidade de reunir os setores para a troca de experiências e, de certa forma, divulgar o agronegócio catarinense”.

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