Reajuste dos alimentos emperra negociação entre supermercados e indústria.
Peru e pernil chegam à mesa com preço maior neste natal
Da Redação 20/10/2004 – As negociações que ocorrem entre redes de supermercados e indústria para definir as encomendas de Natal pararam por conta de um desentendimento. O foco do problema no início da semana passada eram os contratos de compra e venda de aves e suínos para as festas natalinas.Por razões estratégicas, as lojas anteciparam seus pedidos de compras de Natal (panetones, frutas secas, entre outros) aos fabricantes neste ano por temor que o aquecimento da economia provocasse falta de mercadorias.
No caso de itens como pernil, tender, peru e chester, a situação é outra. Perdigão e Sadia, líderes do setor, já propuseram um aumento no valor do pernil. Conforme o jornal Folha de S.Paulo, o reajuste pedido pela Sadia coloca o preço de venda da peça (quilo) para o varejo em R$ 8. Em cima desse valor, é colocada a margem do varejo, que revende o item ao consumidor.Leia também no Agrimídia:





















