Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Acentuada valorização

Segundo Cepea, preços dos suínos subiram, em algumas regiões brasileiras, quase 40% em um ano.

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Redação SI 19/11/2004 – Em novembro de 2003, o preço da carcaça era negociado a R$ 3,30/kg no Estado de SP, e o traseiro bovino, a R$ 4,39/kg, na Grande SP, diferença de mais de um real por quilo. Em 12 meses, a carcaça valorizou 38%, sendo negociada a R$ 4,56/kg em média, neste mês. Já o traseiro apresentou alta de apenas de 4% desde novembro passado, cotado a R$ 4,58/kg na média da primeira quinzena deste mês, mesmo patamar da carcaça especial suína.

No mercado de suíno vivo, as altas na região da Grande Campinas se sucedem desde o início de agosto, acumulando neste período elevação de 13%. Em 12 meses – comparação com preços de meados de novembro/03 -, o aumento é de quase 40%, também na Grande Campinas, variação ainda superior à observada para a carcaça. Já o boi gordo, também no mercado paulista (Estado), teve reajuste nominal de apenas 1,6%.

Apesar de as valorizações da carne suína diminuírem a sua competitividade frente à bovina na escolha do consumidor, a oferta enxuta de animais garante as altas contínuas desde o final de agosto. Nem mesmo o susto provocado pelo embargo russo interrompeu esse comportamento altista.

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