Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,87 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 151,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 157,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,90 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,94 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 129,18 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 139,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,81 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,26 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.569,61 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.499,49 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,19 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 136,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Setor quer nova regra de rotulagem

Indústrias gaúchas de suínos, aves e leite enviarão à Casa Civil pedido de alteração no decreto 4.680, que regula produtos transgênicos

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Da Redação 26/04/2005 – As indústrias gaúchas de suínos, aves e leite encaminham nos próximos dias, à Casa Civil da Presidência da República, um pedido para que seja alterado o decreto 4.680, que regulamenta a rotulagem de transgênicos no país. Segundo o presidente da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), Aristides Vogt, uma instrução normativa posterior ao decreto não menciona a obrigatoriedade de rotular a carne de animais alimentados com rações feitas a partir de produtos geneticamente modificados, conforme está previsto no artigo 3 do decreto.

Vogt teme que a obrigatoriedade na rotulagem cause discriminação do mercado. ”Nenhum país do mundo faz essa exigência. Porque o Brasil tem de fazer?” A decisão foi tomada num encontro ontem, na Fiergs, em Porto Alegre. Pela legislação, toda vez que a concentração de transgenia for superior a 1% deve ser informada ao consumidor.

O diretor técnico da Superintendência Federal do Ministério da Agricultura no RS, José Severo, apóia o pleito. “Do ponto de vista técnico não há nada que impeça a suspensão da exigência devido à diluição que ocorre durante os processos pelos quais passa o grão até chegar ao consumidor.”

A reivindicação surge às vésperas do começo da importação de milho transgênico da Argentina para alimentação animal devido à seca. Mas o setor não irá esperar um parecer para iniciar os embarques, que devem chegar a 500 mil toneladas no Rio Grande do Sul. O pedido das primeiras 50 mil t será encaminhado na semana que vem. Na reunião, o coordenador de Biossegurança do Mapa, Marcos Coelho, prometeu que a regulamentação para desembarque, transporte e processamento, em elaboração desde o início de abril, sai até o fim deste mês.

No encontro, as entidades confirmaram que o déficit do cereal para alimentação animal ficará entre 2 milhões de toneladas e 2,5 milhões toneladas no Estado. Segundo o diretor-executivo do Sindicato da Indústria da Produção Suína (Sips), Rogério Kerber, estão sendo avaliadas também as possibilidades de abastecimento de milho através de leilões direcionados ao setor agroindustrial e ainda com a produção da safrinha colhida pelo Centro-Oeste.

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