Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,23 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,20 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 155,67 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,34 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,63 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,59 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,70 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.526,89 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.459,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Cooplantio debate saída para endividamento

Seminário ocorre de 27 a 29 deste mês, em Gramado/RS.

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Da Redação 13/06/2005 – O 20o. Seminário Cooplantio – Como Crescer com Sustentabilidade, que ocorre de 27 a 29 deste mês, em Gramado, terá como desafio encontrar uma solução para o endividamento do setor primário nacional. Os organizadores pretendem cobrar ações de homens próximos ao cofre do governo federal: o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Ivan Wedekin; e o diretor de Agronegócio do Banco do Brasil, Derci Alcântara. Após anos de bons ventos, o setor busca alternativas à crise, detonada por preços baixos, custos altos e, principalmente, pela estiagem.

Segundo o presidente da Cooplantio, Daltro José Benvenutti, a verba de R$ 1 bilhão liberada recentemente pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) para financiar as dívidas dos agricultores brasileiros com seus fornecedores “não dá nem para a arrancada”.

A conta com o setor privado ultrapassa os R$ 2 bilhões só no Rio Grande do Sul. Além disso, com margem líquida de apenas 1%, o setor hoje não teria como arcar com a TJLP de 9,75% ao ano que será cobrada no financiamento.

Benvenutti alerta que as cooperativas ainda correm o risco de terem de pagar o banco daqui há 24 meses, caso o produtor não honre o contrato, uma vez que foram mantidas como avalistas das operações. A Cooplantio, por exemplo, acumula um saldo negativo de R$ 100 milhões, metade devido por agricultores associados. “Só vai funcionar se o banco correr o risco e absorver os juros.”

Enquanto tenta equacionar as dívidas, a Cooplantio busca estratégias para garantir uma melhor colocação da produção no mercado consumidor. Num dos diversos painéis que ocorrem durante o seminário deste ano estará o presidente do Grupo Sonae, Sérgio Maia. A intenção é levantar a tendência de demanda do varejo, para que das lavouras brasileiras saia o que consumidor está procurando nas prateleiras dos supermercados.

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