Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 66,77 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,52 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,67 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,43 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,47 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,42 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,60 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,64 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 138,26 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 139,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 153,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 155,16 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 129,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,05 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,09 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,10 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.572,66 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.454,93 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 158,58 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 133,76 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 142,65 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 153,79 / cx

Investimento no suíno

O Estado que mais produz soja no país também está apostando na produção de suínos. Os criadores de Mato Grosso aproveitam a fartura do grão para baratear a alimentação dos animais.

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Redação SI 11/08/2005 – O Estado que mais produz soja no país também está apostando na produção de suínos. Os criadores de Mato Grosso aproveitam a fartura do grão para baratear a alimentação dos animais.

Mato Grosso vê a criação de suínos despontar de forma acelerada. Esse crescimento também a influência da soja. Os animais se alimentam basicamente de farelo de soja e milho. A fartura na região reduz numa média de 15% o custo da produção.

“Dá um retorno razoável. Dá para pagar o investimento e ainda sobra alguma coisa” calculou o criador Alcindo Ruggeri.

Há três anos uma granja de Nova Mutum, a 280 quilômetros da capital, possuía 1,6 mil matrizes para a reprodução. Todos os animais vieram do Canadá. Agora, os filhos já formam um plantel de seis mil animais.

O gaúcho Pedro Ticiani é o gerente. Segundo ele, com o melhoramento genético em três anos foi possível aumentar o percentual de carne dos animais de 50% para 57%. Há leitões desmamados e que pesam seis quilos em média. A carreta leva os leitões para a fase de terminação. Em outros galpões os leitões ficam durante 40 dias, engordam 18 quilos e depois vão para os sítios dos cooperados. Antes de seguir para o frigorífico é preciso atingir o peso de 120 quilos. Os porcos permanecem nos galpões de cem a 110 dias.

“Hoje nós temos na cooperativa cerca de 500 matrizes. Na fazenda, temos quatro mil animais na engorda. Então, nosso projeto é dobrar esse número” falou o criador Alcindo Ruggeri.

Quarenta por cento da produção de carne da região de Nova Mutum é destinada à exportação. 
 

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