Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,87 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 151,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 157,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,90 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,94 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 129,18 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 139,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,81 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,26 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.569,61 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.499,49 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,19 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 136,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Criadores de suínos temem ingresso irregular de animais na fronteira

Atualmente, a vigilância é de 12 horas diárias de segunda a sexta-feira.

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Redação SI (14/06/06)- Os criadores de suínos querem reforço na ação de fiscalização e vigilância sanitária nos postos na divisa do Rio Grande do Sul com Santa Catarina. O temor é de que um controle insuficiente em Vacaria, Barracão, Iraí, Torres e Marcelino Ramos possa pôr em risco o status sanitário do rebanho e os embarques de carne.

A Associação de Criadores de Suínos do RS (ACSURS) cobrou, ontem, que o Estado implemente fiscalização de 24 horas nesses locais. Atualmente, a vigilância é de 12 horas diárias de segunda a sexta-feira. Segundo o presidente da ACSURS, Valdecir Folador, o RS está vulnerável justamente no momento em que é o único da federação a embarcar lotes para a Rússia.

“O Estado exporta 65% da produção para o mercado russo e, só no ano passado, entraram no RS 180 mil cabeças de suínos, a maior parte de SC”, evidenciou. Apesar de os suínos catarinenses estarem liberados desde que venham com caminhões lacrados e com desembarque supervisionado, teme-se que lotes irregulares de outros estados estejam entrando no RS de áreas ameaçadas pela febre aftosa. 

Ontem, em audiência na AL, o presidente da Comissão da Agricultura, Elvino Bohn Gass, anunciou que será pedido um trabalho conjunto entre as secretarias da Agricultura e Fazenda. “Além da fiscalização, precisamos rigor quanto à sanidade.” Segundo ele, o encaminhamento será feito pelo deputado Alceu Moreira.

O responsável pelo controle de trânsito animal do DPA da Secretaria de Agricultura, Eduardo Vergara, explicou que, para efetivar a fiscalização de 24 horas, é necessário movimentar pessoal e realizar o pagamento de diárias. “Hoje, o trabalho é executado por profissionais do local, mas para ampliá-lo precisaríamos de efetivo em três turnos com carga de oito horas. 

“Folador diz que o custo desse serviço deveria ser pago pelo Estado. Contudo, não descarta um possível apoio do Fundesa. Vergara destaca que o RS tem cobertura vacinal contra a aftosa. “O trabalho tem que ser bem realizado também em SC, já que eles não vacinam”, conclui.

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