Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 147,67 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,25 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,46 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,66 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,58 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,07 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,79 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.538,46 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.454,59 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Criadores de suínos temem ingresso irregular de animais na fronteira

Atualmente, a vigilância é de 12 horas diárias de segunda a sexta-feira.

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Redação SI (14/06/06)- Os criadores de suínos querem reforço na ação de fiscalização e vigilância sanitária nos postos na divisa do Rio Grande do Sul com Santa Catarina. O temor é de que um controle insuficiente em Vacaria, Barracão, Iraí, Torres e Marcelino Ramos possa pôr em risco o status sanitário do rebanho e os embarques de carne.

A Associação de Criadores de Suínos do RS (ACSURS) cobrou, ontem, que o Estado implemente fiscalização de 24 horas nesses locais. Atualmente, a vigilância é de 12 horas diárias de segunda a sexta-feira. Segundo o presidente da ACSURS, Valdecir Folador, o RS está vulnerável justamente no momento em que é o único da federação a embarcar lotes para a Rússia.

“O Estado exporta 65% da produção para o mercado russo e, só no ano passado, entraram no RS 180 mil cabeças de suínos, a maior parte de SC”, evidenciou. Apesar de os suínos catarinenses estarem liberados desde que venham com caminhões lacrados e com desembarque supervisionado, teme-se que lotes irregulares de outros estados estejam entrando no RS de áreas ameaçadas pela febre aftosa. 

Ontem, em audiência na AL, o presidente da Comissão da Agricultura, Elvino Bohn Gass, anunciou que será pedido um trabalho conjunto entre as secretarias da Agricultura e Fazenda. “Além da fiscalização, precisamos rigor quanto à sanidade.” Segundo ele, o encaminhamento será feito pelo deputado Alceu Moreira.

O responsável pelo controle de trânsito animal do DPA da Secretaria de Agricultura, Eduardo Vergara, explicou que, para efetivar a fiscalização de 24 horas, é necessário movimentar pessoal e realizar o pagamento de diárias. “Hoje, o trabalho é executado por profissionais do local, mas para ampliá-lo precisaríamos de efetivo em três turnos com carga de oito horas. 

“Folador diz que o custo desse serviço deveria ser pago pelo Estado. Contudo, não descarta um possível apoio do Fundesa. Vergara destaca que o RS tem cobertura vacinal contra a aftosa. “O trabalho tem que ser bem realizado também em SC, já que eles não vacinam”, conclui.

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