Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Santa Catarina flexibiliza restrição a aves do RS

Agora o governo catarinense também autoriza a passagem de pintos de um dia pelos corredores sanitários.

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Redação AI (12/07/06)- Santa Catarina flexibilizou a Instrução de Serviço que limitava o trânsito de produtos avícolas gaúchos em seu território. Agora, além do trânsito de ovos, carnes de aves, produtos cárnicos e subprodutos de origem avícola, o governo catarinense também autoriza a passagem de pintos de um dia pelos corredores sanitários. Contudo, os animais devem ser originários de estabelecimentos registrados no Ministério da Agricultura (Mapa) e certificados sanitariamente. A restrição preocupava o setor avícola gaúcho, que já sacrificava exemplares.

Por meio da Instrução de Serviço 004/06 da Gerência de Defesa Sanitária Animal (Gedsa), também foi viabilizado o ingresso de produtos industrializados provenientes do RS, desde que tenham sido submetidos a tratamento que garanta a inativação do vírus da Newcastle. A instrução ainda liberou a entrada de carnes de aves para industrialização destinadas a estabelecimentos vistoriados pelo Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa) e pelo Serviço de Inspeção Estadual (SIE). Segundo a Companhia Integrada do Desenvolvimento Agrícola de SC (Cidasc), continua proibido o trânsito e o ingresso de aves adultas vivas e de carne de aves, produtos e subprodutos para finalidades não-industriais. Também permanecem vetados produtos de Vale Real, Farroupilha, Alto Feliz e Caxias do Sul.

A cadeia avícola do Estado comemorou a decisão. A expectativa é de que a situação se reverta totalmente nos próximos dias. “Isso demonstra que o trabalho de contenção do foco foi muito bem feito”, comenta o diretor técnico da Asgav, Éder Bardon.

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