Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
Destaque Todas Páginas

Cooperativa gaúcha implementa modelo de certificação

Cosuel criou método simples para acompanhamento de suínos.

Compartilhar essa notícia

Redação SI (18/08/06)- Mal os leitõezinhos nascem em uma granja da Cooperativa dos Suinocultores de Encantado (Cosuel) e Marli Back e Adelaide Heberle já os pegam para dar início à rastreabilidade. Aplicam uma tatuagem e dão pequenos cortes nas orelhas, identificando assim a unidade e a semana nas quais nasceram. São marcas que levarão para o resto da vida, junto com um número, relativo ao lote ao qual pertencem, que receberão ao ser embarcados para a creche, segunda etapa do processo de criação.

O sistema criado pela Cosuel e concluído no final de junho permite o acompanhamento da vida dos suínos desde o nascimento até o abate. A cooperativa foi a primeira a formatar um modelo de rastreabilidade de acordo com parâmetros estabelecidos pelo Sindicato da Indústria de Produtos Suínos do Rio Grande do Sul. A esperança é de que esse processo passe a ser chancelado pelas autoridades sanitárias, já que hoje não existem regras oficiais para identificação suína. Indústrias e governo federal ainda debatem a criação dessas normas.

A tendência é de que o governo faça apenas a certificação dos processos adotados pelas empresas explica Jurandi Machado, diretor da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína.

Se o sistema serve para a agroindústria, é bom que sirva para as autoridades sanitárias também diz o superintendente da Cosuel, Carlos Alberto Freitas.

Após receber a tatuagem, a mossagem (cortes na orelha) e o número de rastreamento, os lotes de suínos passam a ter todos os passos acompanhados. Dados sobre movimentação, com informações inclusive sobre o transportador, alimentação e manejo são registrados no banco de dados informatizado. Esse é um processo exigido pelos mercados mais qualificados, porque permite identificar a origem de eventuais problemas sanitários, que então podem ser combatidos.

Nas granjas, esse processo significa apenas um pouco mais de cuidado. Para o casal Ildemar e Natália Haberkamp, suinocultores na localidade de Fazenda Lohhmann, em Colinas, a adaptação foi simples e consistiu na implantação de duas medidas: a numeração das baias dos leitões e a manutenção de um livro no qual devem anotar informações sobre os lotes.

É só um serviço a mais, mas vem para o bem, porque com o livro a gente poderá conferir, daqui a um, dois anos, tudo o que entrou e que saiu (da propriedade). Aumentou o nosso controle diz Ildemar.

Hoje, a Cosuel tem 134 mil suínos rastreados a campo. A intenção é chegar a 2010 com 250 mil. O rebanho gaúcho é composto de cerca de 4 milhões de animais.

Assuntos Relacionados
CooperativaRSsuinos
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329