Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Mais de cem frigoríficos são autuados por frango “batizado”

O limite de água estabelecido em lei é de 6%, mas foram encontradas amostras com até 22,8%.

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Redação AI (06/09/06)- O Ministério da Agricultura publicou anteontem a relação de 103 frigoríficos de aves de todo o país autuados por excesso de água nas carcaças dos frangos colocados para comercialização. O limite estabelecido em lei é de 6%, mas foram encontradas amostras com até 22,8%. Entre os punidos estão desde os grandes frigoríficos, de atuação nacional, até os regionais pelo menos seis deles da região de Bauru (SP).

Na primeira transgressão, os autuados são advertidos e a mercadoria é retida. Na reincidência, os frigoríficos ficam sujeitos a multas que vão até R$ 25 mil. Além disso, podem ter suspenso o alvará de funcionamento.

Eliseu Gonçalves, do Allfrigor, de Arealva, um dos citados na lista, diz que o nível de água no frango é um problema mundial. Defende uma nova regulamentação para o setor, com níveis de tolerância maiores e fiscalização mais eficiente.

Na nossa região a fiscalização é grande e deveria ser assim em todo lugar, diz. Ele admite, porém, que alguns frigoríficos optam pela fraude, batizando seu produto para se proteger da baixa cotação.

O excesso de água no frango já rendeu, no mês passado, ação civil protocolada pelo procurador Pedro Antonio de Oliveira Machado, do Ministério Público Federal. A ação quer que o governo evite delegar a fiscalização a pessoas contratadas pelos frigoríficos. Também pede uma nova metodologia para determinar os níveis de água nas carcaças.
A ação do MPF tramita pela 1 Vara Federal de Bauru e pede audiência onde as partes discutam providências para o setor. Além da Allfrigor, o BOM DIA tentou, sem sucesso, contato com outros estabelecimentos da região igualmente citados. Na lista, há empresas de Itapuí (Itabom, Santa Fé e Santa Cecília), Bariri (Três Irmãos) e Guarantã.

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