Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 66,19 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 152,45 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 159,28 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 9,64 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,71 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,86 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,78 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 138,55 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 140,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 154,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 155,89 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 129,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,22 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,21 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,23 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.565,43 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.484,33 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 158,68 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 135,22 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 148,68 / cx

Agronegócio fica de fora do pacote de Lula

Coordenador do Centro do Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas, Roberto Rodrigues, divulgou nota com comentários sobre o PAC, na qual lamenta a falta de medidas diretas para agronegócio, mas considera positivo para o setor os efeitos indiretos do pacote anunciado.

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Redação (23/01/07) – Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Roberto Rodrigues, divulgou ontem nota com comentários sobre o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), na qual lamenta a falta de medidas diretas para agronegócio, mas considera positivo para o setor os efeitos indiretos do pacote anunciado hoje.

“Em suma, não obstante ser lamentável o fato de não haver nenhuma medida diretamente relacionada com o maior setor da economia brasileira – o agronegócio – os efeitos indiretos do PAC para o setor são positivos”, informa a nota de Rodrigues.

O ex-ministro cita entre as medidas indiretas que influenciarão a agropecuária os investimentos de infra-estrutura no Porto de Santos, de rodovias e ferrovias, além da redução da TJLP, do spread do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que apontam para uma diminuição do custo do dinheiro, segundo Rodrigues. Sindaçúcar e UFPE devem fechar convênios técnicos (Folha de Pernambuco 23/01/2007).

O Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool de Pernambuco (Sindaçúcar-PE) pretende estabelecer convênios técnicos com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e o Instituto Tecnológico de Pernambuco (Itep) para melhoramento da tecnologia e da qualidade da produção de açúcar e álcool nas usinas do Estado. Ontem, durante workshop realizado na sede do Sindaçúcar, o Pró-Reitor de Extensão da UFPE, Anísio Dourado, entregou ao sindicato um documento com informações sobre 28 pesquisas em andamento na universidade que se relacionam com a produção sucroalcooleira pernambucana.

O presidente do Sindaçúcar, Renato Cunha, destacou a importância do relacionamento entre o sindicato, o Itep e a universidade. “Nosso segmento tem que acompanhar o desenvolvimento tecnológico, estar na vanguarda da produção”, afirmou. “Em eventos como esses, a universidade fica conhecendo as demandas do setor e o sindicato conhece as pesquisas da academia que podem beneficiar nossa produção”, completou.

Anísio Dourado destacou o fato de que, sendo a UFPE uma universidade financiada com recursos públicos, suas pesquisas só se justificam se contribuírem para o desenvolvimento regional. “Essa via de mão dupla, entre universidade e setor produtivo, deve contribuir para o desenvolvimento do Estado”, enfatizou. Já o Itep apresentou os serviços de exames laboratoriais e certificações que pode oferecer ao setor produtivo, além de uma proposta inicial de Produção Integrada de Açúcar.

De acordo com o diretor de Tecnologia do Itep, Antônio Luiz Ferreira, a produção integrada é um certificado de boas práticas produtivas para exportação. Hoje o certificado é pré-requisito para a entrada de frutas na Europa. “Com a perspectiva do aumento da demanda mundial por álcool, certificar a produção vai garantir valor agregado ao produto”, afirmou o pesquisador.

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