Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Santa Catarina flexibiliza embargo à carne do Paraná

Na semana passada, o governo de Santa Catarina reabriu parcialmente seu mercado à carne produzida no Paraná.

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Redação (23/01/07) – Depois da ameaça do governo do Paraná de barrar a entrada de carnes produzidas no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, o governo catarinense resolveu flexibilizar o embargo imposto ao produto paranaense desde o fim de 2005, quando foram diagnosticados casos de febre aftosa no rebanho local.

Está liberado somente o comércio de produtos desossados, maturados, embalados e rotulados para a comercialização em açougues e supermercados catarinenses, confirmou a assessoria de imprensa do governo de Santa Catarina. De acordo com o coordenador de Defesa Agropecuária de Santa Catarina, Roni Barbosa, os vendedores de carne paranaenses estão liberados a passar por Santa Catarina para chegar ao Rio Grande do Sul ou aos portos catarinenses de São Francisco do Sul e Itajaí.Foram incluídas quatro rodovias federais e uma estadual no corredor sanitário.

Ele justificou a decisão lembrando que uma portaria do Ministério da Agricultura suspendia todas as restrições sanitárias ao Estado do Paraná. De acordo com Barbosa, a portaria comprovou que não há circulação viral. “Por isso se entende que houve um restabelecimento a nível nacional de zona livre de aftosa com vacinação para o Paraná”, disse.Continua suspenso o trânsito de animais vindos do Paraná, mesmo daqueles que comprovadamente foram vacinados contra febre aftosa.

De acordo com Barbosa, a liberação poderia prejudicar as negociações conduzidas pelo governo estadual para que Santa Catarina seja reconhecida como área livre de febre aftosa sem vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).Recentemente, o secretário de Agricultura do Paraná, Newton Pohl Ribas, ameaçou proibir a entrada no mercado local de carnes dos outros dois Estados do Sul do País se eles não permitissem a entrada do produto paranaense.

Ele defendia o “princípio da reciprocidade”, ou seja, se Santa Catarina e Rio Grande do Sul mantivessem o embargo, o Paraná poderia adotar a mesma postura. A restrição causava prejuízo de R$ 16 milhões por mês aos pecuaristas do Paraná, estimou na época.

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