Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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UE estima que Brasil terá o maior crescimento agrícola no mundo

O Brasil será o país que apresentará o maior crescimento em produção e exportações no setor agrícola no mundo até 2020.

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Redação (30/01/07) – A estimativa é da União Européia (UE), que já começa a contabilizar o que significaria a abertura de seu mercado agrícola diante de um eventual acordo na Organização Mundial do Comércio (OMC). Os cálculos da UE mostram que a liberalização e uma reforma interna do sistema de subsídios reduziriam em 25% o número de fazendas na Europa nos próximos 15 anos.

As projeções fazem parte de um levantamento elaborado por economistas da UE sobre como seria a agricultura européia em 2020 e quais desafios externos e internos ela sofreria. “Está claro que temos de mudar a forma como atuamos no setor rural. Estamos perdendo competitividade há anos e a conclusão do levantamento mostra que não podemos seguir assim”, afirmou um funcionário de alto escalão da UE.

Mudanças

De acordo com o estudo, três fatores devem provocar mudanças no cenário europeu até 2020: a pressão por cortes de subsídios, eventuais reduções de barreiras à importação e a competitividade da produção brasileira em vários setores.

Segundo o estudo, o crescimento nas exportações brasileiras não ocorrerá graças aos mercados ricos, mas principalmente por causa dos emergentes, como Índia e China. Nos últimos 30 anos, um bilhão de pessoas foram somadas à população mundial, a maioria delas em países em desenvolvimento. A projeção da UE estima que, nos próximos 15 anos, essa população vai ter uma renda maior, incrementando o consumo. As exportações de soja, açúcar, frango e carne bovina do Brasil deverão aumentar de forma rápida.

Já no mercado europeu, a falta de competitividade levará a uma queda de 4% por ano no número de agricultores até 2020. O resultado será o fim de um quarto de todas as fazendas.

Reforma

Para evitar esse cenário, os europeus se dizem dispostos a continuar reformando sua agricultura. Ontem, em Bruxelas, os 27 ministros de Agricultura do bloco se reuniram para começar um debate sobre a proposta de corte de subsídios de legumes e frutas, que chegam a US$ 2 bilhões por ano.

O projeto, que deve entrar em vigor em 2008, afetará principalmente países como Espanha, Portugal, Grécia e Itália, que hoje devem se queixar da proposta de corte de ajuda.

Pela proposta, cada produtor teria de gastar 20% do que recebe em subsídios para preservar o meio ambiente, os subsídios à exportação seriam eliminados, assim como o mecanismo que permite que um produtor seja 100% reembolsado quando um produto seu não é vendido no supermercado – o valor cairia para até 50%.

A proposta também tem como alvo os grandes supermercados, que controlam entre 70% e 90% da venda de alimentos na Inglaterra, França, Alemanha e Holanda.

 

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