Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Avicultores preocupados

Avicultores do Ceará estão preocupados com a alta do milho. Usado na ração das galinhas, o aumento do grão eleva os custos de produção.

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Redação (22/03/07) – Vinte toneladas de milho é a quantidade consumida por dia numa granja em Fortaleza. O grão representa 70% da ração das galinhas poedeiras. O problema é que o Estado do Ceará só produz 20% do milho necessário para a alimentação das aves. O restante precisa ser comprado dos Estados de Goiás e Mato Grosso.

E a valorização do grão na bolsa de Chicago se transformou em mais um motivo de dor de cabeça para os avicultores cearenses. O aumento do consumo de milho para produzir álcool nos Estados Unidos fez o preço do produto disparar no mercado internacional.

Por aqui os produtores também sentiram a diferença. Em março do ano passado a saca de milho custava R$ 19,00. Hoje custa R$ 27,00. Em um ano o milho ficou 40% mais caro, o que representou um aumento do custo dos agricultores cearenses em 20%. Uma das alternativas para os produtores seria voltar a importar o milho da Argentina – isso porque o transporte é mais barato. Enquanto o frete da Argentina sai por R$ 40,00 a tonelada, o de Goiás custa R$ 230,00.

Mas o milho argentino é transgênico e a importação foi proibida em 2005. O avicultor Mardem Alencar está conseguindo economizar de 3% a 5% do custo final da ração das galinhas substituindo parte do milho por sorgo. “A gente consegue comprar de 20% a 30% mais barato do que o milho e, com isso, eu consigo diminuir a procura pelo milho e o meu custo na ração“, diz.

O presidente da Associação de Avicultores do Ceará, Bessa Júnior, defende a liberação da importação do milho transgênico. “Quem abasteceu o Nordeste foi a Argentina e ela tem uma safra recorde”.

A importação de milho transgênico da argentina só pode ser autorizada pela Comissão Nacional de Biossegurança.
 
 

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