Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,65 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 161,00 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,24 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,01 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 131,23 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 140,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.538,40 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.437,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 125,60 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 142,66 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,15 / cx
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Avicultores preocupados

Avicultores do Ceará estão preocupados com a alta do milho. Usado na ração das galinhas, o aumento do grão eleva os custos de produção.

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Redação (22/03/07) – Vinte toneladas de milho é a quantidade consumida por dia numa granja em Fortaleza. O grão representa 70% da ração das galinhas poedeiras. O problema é que o Estado do Ceará só produz 20% do milho necessário para a alimentação das aves. O restante precisa ser comprado dos Estados de Goiás e Mato Grosso.

E a valorização do grão na bolsa de Chicago se transformou em mais um motivo de dor de cabeça para os avicultores cearenses. O aumento do consumo de milho para produzir álcool nos Estados Unidos fez o preço do produto disparar no mercado internacional.

Por aqui os produtores também sentiram a diferença. Em março do ano passado a saca de milho custava R$ 19,00. Hoje custa R$ 27,00. Em um ano o milho ficou 40% mais caro, o que representou um aumento do custo dos agricultores cearenses em 20%. Uma das alternativas para os produtores seria voltar a importar o milho da Argentina – isso porque o transporte é mais barato. Enquanto o frete da Argentina sai por R$ 40,00 a tonelada, o de Goiás custa R$ 230,00.

Mas o milho argentino é transgênico e a importação foi proibida em 2005. O avicultor Mardem Alencar está conseguindo economizar de 3% a 5% do custo final da ração das galinhas substituindo parte do milho por sorgo. “A gente consegue comprar de 20% a 30% mais barato do que o milho e, com isso, eu consigo diminuir a procura pelo milho e o meu custo na ração“, diz.

O presidente da Associação de Avicultores do Ceará, Bessa Júnior, defende a liberação da importação do milho transgênico. “Quem abasteceu o Nordeste foi a Argentina e ela tem uma safra recorde”.

A importação de milho transgênico da argentina só pode ser autorizada pela Comissão Nacional de Biossegurança.
 
 

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