Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Entidades que representam os produtores rurais entregaram ao ministro da Agricultura propostas para o novo plano de safra

As propostas foram elaboradas e entregues ao ministro Reinhold Stephanes pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, pela Organização das Cooperativas Brasileiras e associações de produtores de algodão, soja, sementes e mudas.

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Redação (26/04/07) – O setor pede que o governo libere R$ 90 bilhões para custeio, comercialização e investimento da próxima safra; 50% a mais do que no ano passado. Outra reivindicação é a redução na taxa de juros controlados pelo governo para 4,5% ao ano, no lugar dos atuais 8,75%, que vigora há uma década. “Essa taxa foi quando a Selic era 27%. Hoje a Selic está em 12,5% e nós estamos aí a pagar o mesmo 8,75%”, diz o presidente da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul e também presidente da Comissão de Crédito Rural, Carlos Sperotto.

Os produtores também querem mudanças na tomada de dinheiro a juros controlados. A primeira seria o aumento do limite de financiamento por produtor. A outra, mais facilidade para fornecer garantias aos bancos. “Nós temos que levar em consideração o que já foi pago e isso sendo desvinculado de garantia, ou seja, liberando garantias parciais para os produtores, e incluindo também a safra dele como penhor, como a verdadeira garantia bancária”, afirma o economista da CNA, Ricardo Cotta.

O ministério da Agricultura informou que o plano safra ainda está sendo elaborado e que as propostas do setor serão analisadas. O lançamento do plano só deve ocorrer em junho.
 
 

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