Insatisfeitos com as medidas anunciadas pelo Mapa, produtores catarinenses voltaram a insistir na fixação do preço mínimo para a carne suína.
Suinocultor diz que o governo oferece pouco
Redação SI (24/05/07) – Em encontro realizado ontem, em Brasília, a categoria também reivindicou a intervenção da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) no mercado. Como não houve consenso, o assunto voltará a ser discutido na próxima quinta-feira. – As medidas apresentadas estão dentro do que podemos oferecer no momento.
O preço mínimo é complexo, mas continuará sendo discutido a longo prazo – disse o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Edílson Guimarães. Ao longo do encontro, que durou cerca de duas horas e foi realizado a portas fechadas, houve o debate sobre as alternativas oferecidas pelo Ministério da Agricultura.
Entre as propostas, que serão submetidas à aprovação do Conselho Monetário Nacional (CMN), está a criação de uma Linha Especial de Crédito (LEC) específica para os suinocultores, o que viabilizaria a compra da carne pelos frigoríficos. No mesmo pacote também está o custeio de matrizes, Empréstimo do Governo Federal (EGF) e a substituição de outras garantias pela carne suína nas operações para a aquisição do milho usado como ração.
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Os suinocultores insistem que qualquer pacote de medidas só é válido se houver a regulamentação do valor mínimo de R$ 1,87 pelo quilo. O produto está sendo comercializado atualmente a R$ 1,20. – É necessário quebrar o mito sobre o preço mínimo. Somente em parceria com o governo os suinocultores irão livrar a ditadura da agroindústria – disse o deputado federal Valdir Colatto (PMDB).
O presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína, Jurandi Soares Machado, ressalta que a crise decorre da produtividade.





















