Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,81 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 155,11 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,84 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,89 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 4,88 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 132,22 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 142,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.539,43 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.432,54 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 154,50 / cx
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Greve deve terminar

O comando nacional de greve dos fiscais federais agropecuários aceitou um acordo para colocar um fim na paralisação iniciada em 18 de junho passado.

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Redação (27/06/07) – Os dirigentes aceitaram um aumento salarial médio de 45% para os 13 níveis de carreira oferecido pelo governo. Com isso, a remuneração base inicial saltaria para R$ 5.107 e a final, para R$ 8.155. A proposta foi submetida ainda ontem aos comandos estaduais do movimento. A resposta deve sair até amanhã, mas a categoria só voltará ao trabalho após publicação oficial das regras. 

"Mesmo se o acordo for aprovado na base, continuamos em estado de greve por 20 dias", disse o vice-presidente da associação dos fiscais (ANFFA), Wilson de Sá. A proposta também inclui regras para ascensão funcional, gratificações, qualificação e capacitação profissional. Há, ainda, um passivo de R$ 48 milhões devido a 1,6 mil médicos veterinários por diferença de carga horária anterior a 1990. O acordo foi costurado em conjunto pelos ministérios da Agricultura e do Planejamento e deputados da bancada ruralista. 

A greve provocou filas em Santa Catarina, principalmente em dois pontos: aduana de Dionísio Cerqueira e porto de Itajaí. Em Dionísio, na fronteira com a Argentina, havia ontem uma fila de cerca de 70 caminhões. Já no porto, na área de importação de vegetais, havia 1,5 mil contêineres parados e na área de exportação vegetal e animal, 1,3 mil contêineres, segundo os fiscais. De acordo com Paulo Ricardo Guimarães, chefe da regional de Dionísio Cerqueira, os caminhões estão principalmente carregados com pêras e maçãs, já que esse é um período de forte comercialização, em especial, da produção argentina. 

Em Itajaí, diz Edmardo Souza, coordenador dos fiscais no Vale do Itajaí e norte de SC, a retroárea do porto estava lotada ontem e não havia mais espaço para armazenamento. Carnes foram o produto mais represado devido à greve. 

Antes do acordo acertado em Brasília, a Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), organizou um protesto ontem, que reuniu 12 caminhões de frigoríficos do Estado em frente à sede do Ministério da Agricultura em Porto Alegre. Segundo o secretário-executivo da entidade, José Eduardo dos Santos, a manifestação foi uma forma de chamar a atenção para as perdas sofridas com a paralisação. 

Cerca de 480 contêineres cheios de produtos estão retidos nas empresas e em caminhões e não havia mais espaço para armazenar mercadorias, afirmou. O Rio Grande do Sul exporta 2 mil toneladas de carne de aves por dia, ou o equivalente a US$ 2,5 milhões. 

Segundo ele, nenhum frigorífico tinha suspendido a produção por causa da greve, mas alguns já consideravam a possibilidade. 

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